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Devaneios (feat. Caskets)

Siamese

reveries (feat. Caskets)

You are not a villain, not a saint
Just a wound I never learned to paint
She said, you tried
Felt like she lied
This won't end in time

Love's not clean, It's like you never died
Buying poison, to refuel your pride
State of mind, felt like she lied
She won't get out in time

Tell me why
Your voice still speaks through mine
And drags me down
To memories of what we had, I can't forget
Tell me why
I still believe these lies, of what we were
Not what it is black reveries, I can't forgive

I'll choke on the myth, on you as a man
Nod to the past, lost and the damned
Love had survived, what hate had began
I wore your name, bury the man
I'll choke on the myth, on you as a man
A nod to the past, lost and the damned
Love had survived, what hate had began
I wore your name, to bury the man

And now you're someone else's problem
And now you're someone else's problem

(To memories of what we had, I can't forget)
Tell me why
Your voice still speaks through mine
And drags me down
To memories of what we had, I can't forget
Tell me why
I still believe these lies, of what we were
Not what it is black reveries, I can't forgive

Devaneios (feat. Caskets)

Você não é um vilão, nem um santo
Apenas uma ferida que nunca aprendi a pintar
Ela disse, você tentou
Parecia que ela mentia
Isso não vai acabar a tempo

O amor não é limpo, é como se você nunca tivesse morrido
Comprando veneno, pra reabastecer seu orgulho
Estado de espírito, parecia que ela mentia
Ela não vai sair a tempo

Me diga por que
Sua voz ainda fala através da minha
E me arrasta pra baixo
Para memórias do que tivemos, não consigo esquecer
Me diga por que
Ainda acredito nessas mentiras, do que éramos
Não do que é, devaneios negros, não consigo perdoar

Vou me engasgar com o mito, com você como homem
Um aceno para o passado, perdido e amaldiçoado
O amor sobreviveu ao que o ódio começou
Eu usei seu nome, enterrei o homem
Vou me engasgar com o mito, com você como homem
Um aceno para o passado, perdido e amaldiçoado
O amor sobreviveu ao que o ódio começou
Eu usei seu nome, pra enterrar o homem

E agora você é problema de outra pessoa
E agora você é problema de outra pessoa

(Para memórias do que tivemos, não consigo esquecer)
Me diga por que
Sua voz ainda fala através da minha
E me arrasta pra baixo
Para memórias do que tivemos, não consigo esquecer
Me diga por que
Ainda acredito nessas mentiras, do que éramos
Não do que é, devaneios negros, não consigo perdoar