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O Universo Interior

Sickening Horror

The Universe Within

Waiting... standing... revealing me keys from my past
With hands deadly cold and frequencies yet unborn

I stare infinity, in a vast abyss i draw all hatred
I seek the purity of thought in vails of sickness
I dream the lands of dark mater in a restless sleep
I feed the beast with senses inconceived

Wailing... creating... preventing emotional murder
To crash and merge misery and bliss

I stare infinity, in a vast abyss i draw all hatred
I seek the purity of thought in vails of sickness
I dream the lands of dark mater in a restless sleep
I feed the beast with senses inconceived

Watch them, they're trapped in the cage of their own fake corpses
Blessed not, condemned to relive their loathsome delusions
Flesh seems to dominate with monarchy, although it greets decay, it yearns to fade away
In constant visions of burial, bring dust inside the cage, bring dust inside the cage

I stare infinity, in a vast abyss i draw all hatred
I seek the purity of thought in vails of sickness
I dream the lands of dark mater in a restless sleep
I feed the beast with senses inconceived

Watch them, they're trapped in the cage of their own fake corpses
Blessed not, condemned to relive their loathsome delusions
Flesh seems to dominate with monarchy, although it greets decay, it yearns to fade away
In constant visions of burial, bring dust inside the cage, bring dust inside the cage

O Universo Interior

Esperando... parado... revelando as chaves do meu passado
Com mãos mortalmente frias e frequências ainda não nascidas

Eu encaro a eternidade, em um vasto abismo eu trago todo ódio
Busco a pureza do pensamento em véus de doença
Eu sonho as terras da matéria escura em um sono inquieto
Alimento a besta com sentidos inconcebíveis

Uivando... criando... prevenindo o assassinato emocional
Para colidir e fundir miséria e felicidade

Eu encaro a eternidade, em um vasto abismo eu trago todo ódio
Busco a pureza do pensamento em véus de doença
Eu sonho as terras da matéria escura em um sono inquieto
Alimento a besta com sentidos inconcebíveis

Olhe para eles, estão presos na jaula de seus próprios corpos falsos
Não abençoados, condenados a reviver suas repugnantes ilusões
A carne parece dominar com monarquia, embora receba a decadência, anseia por desaparecer
Em visões constantes de sepultamento, traga poeira para dentro da jaula, traga poeira para dentro da jaula

Eu encaro a eternidade, em um vasto abismo eu trago todo ódio
Busco a pureza do pensamento em véus de doença
Eu sonho as terras da matéria escura em um sono inquieto
Alimento a besta com sentidos inconcebíveis

Olhe para eles, estão presos na jaula de seus próprios corpos falsos
Não abençoados, condenados a reviver suas repugnantes ilusões
A carne parece dominar com monarquia, embora receba a decadência, anseia por desaparecer
Em visões constantes de sepultamento, traga poeira para dentro da jaula, traga poeira para dentro da jaula

Composição: