Futuro Incierto
Pinche sid perro
La mente sucia está de nuevo
Vale verga
Futuro incierto, no recen por mí cuando esté muerto
Que no quiero hipócritas llorando si no es cierto
Los ojos abiertos y el alma dormida
A mí ni un puto santo me está cuidando la vida
Mente pervertida, lujuria y bebida
Mejor me compro un pisto que un condón pa unas metidas
Heridas por andar de pinche perro arrastrado
Pero ya bien drogado junto me siento excitado
El bato el mismo instinto y no debo hacerle caso
A ver si mucha gracia ahorita pa darnos vergazos
Yo soy el malillozo y así quieren trozo
No sirves ni de groupie ni para mamar cricosos
Faltos de atención, ni cantan y hacen rolillas
Ve a atender tu cantón, fresilla de pacotilla
Oríllate a la orilla, ataca la blanca paloma
Similar de ninguno, original hasta el aroma
Compa hoy póngase atento que a mí me vale verga quien te sientas
Se creen su propio cuento, delirios de cenicienta
Princesas o guarras se sientan, tu puta zorra lo aparenta
Generación milenial, nacidos en los noventa
Quizás no llegue a treinta o quisa me muera de viejo
Quién sabe que de pronto, quién sabe, quedé pendejo
Consejo, las drogas y morras son tus asuntos
Igual que un pinche zombie, de noche voy para el mundo
Uno, dos, soy la voz, no tan eficaz
Aún no veo los resultados de andar buscando la paz
Para mis papás, amar y agradecer
Mi jefa me tocó en la puerta a ver si vo'a comer
Yo no dejo de beber, ni dogarme desde antier
Estoy en el plan de disfrute ahora y pague después
Que valga verga pues, ya ves, nervios y estrés
Si eso escribo en el papel, nomás lo que si mato a dos que tres
Futuro Incerto
Cachorro safado
A mente suja tá de volta
Que se dane
Futuro incerto, não reza por mim quando eu morrer
Porque não quero hipócritas chorando se não for verdade
Os olhos abertos e a alma adormecida
Nem um santo desgraçado tá cuidando da minha vida
Mente pervertida, luxúria e bebida
Melhor comprar uma cachaça do que um preservativo pra umas metidas
Feridas por andar de cachorro arrastado
Mas já bem chapado, me sinto excitado
O cara tem o mesmo instinto e não devo dar ouvidos
Vamos ver se é tão engraçado agora pra gente se dar porrada
Eu sou o malandrão e assim querem um pedaço
Não serve nem pra fã nem pra chupar os outros
Faltando atenção, nem cantam e fazem musiquinhas
Vai cuidar da sua casa, fresquinho de pacotinha
Aperta a beira, ataca a pomba branca
Sem igual, original até no aroma
Amigo, hoje fica esperto que pra mim tanto faz quem você é
Se acham que são o próprio conto, delírios de Cinderela
Princesas ou vagabundas se sentam, sua puta parece
Geração milenar, nascidos nos anos noventa
Talvez não chegue aos trinta ou quem sabe morra de velho
Quem sabe de repente, quem sabe, fiquei bobo
Conselho, as drogas e as minas são seus problemas
Igual a um zumbi, de noite vou pro mundo
Um, dois, sou a voz, não tão eficaz
Ainda não vejo os resultados de buscar a paz
Para meus pais, amar e agradecer
Minha mãe bateu na porta pra ver se eu vou comer
Eu não paro de beber, nem de me drogar desde anteontem
Tô na vibe de curtir agora e pagar depois
Que se dane então, já viu, nervos e estresse
Se isso eu escrevo no papel, só o que eu mato é dois ou três