Zoo 69
Grizem vratove volkovom grizem v rebra pitona
gledam v žrelo vampirju jezik sem kobri pojedel
spim s krokodili v objemu živ sem ostal
Vendar vem da mi zajec zlomi vrat
če mu damico podiram
in verjamem da vsak tip je tak
Pil sem bencin namest čajev
jedu sem kamne in saje
dihu sem peno in eter
pluvu in scal sem v veter
dajem ljudem svinarijo
kradem od njih iluzijo
nos sem razbil generalu
živ sem ostal
Vendar vem da mi zajec zlomi vrat
če mu damico podiram
in verjamem da vsak tip je tak
in če se zajec gre razvrat in mi damico podira
ga zadavim z golimi rokami
Dobr vemo kaj vse nam
daje oni ples v temi sredi zvezd
hoja nad oblaki v ritmu malih angelov
z golimi telesi dramimo misli
in pijemo sokove v čast rodov
vse je v dejanju vse je lepo in prav
Bil sem pripet na mašine
moral sem žret aspirine
pljuča so nehala delat
mislil sem si ne me jebat
Strah je bil zame podložnik
pamet sem stresel na krožnik
križ sem obesu na steno
a živ sem ostal
To je oni ples v temi sredi zvezd
hoja nad oblaki v ritmu malih angelov
z golimi telesi dramimo misli
in pijemo sokove v čast rodov
vse je v dejanju vse je lepo in prav
Zoo 69
Mordo pescoços com lobos, mordo as costelas de uma píton
Olho na garganta de um vampiro, a língua eu comi da cobra
Durmo com crocodilos, no abraço, eu permaneci vivo
Mas eu sei que o coelho vai quebrar meu pescoço
Se eu derrubar a namorada dele
E eu acredito que todo cara é assim
Bebi gasolina em vez de chá
Comi pedras e fuligem
Respirei espuma e éter
Cuspi e caguei no vento
Dou aos outros uma porcaria
Roubo deles a ilusão
Quebrei o nariz do general
E eu permaneci vivo
Mas eu sei que o coelho vai quebrar meu pescoço
Se eu derrubar a namorada dele
E eu acredito que todo cara é assim
E se o coelho for se prostituir e eu derrubar a namorada dele
Eu o estrangulo com as mãos nuas
Sabemos bem o que tudo isso
Nos dá, aquela dança na escuridão no meio das estrelas
Caminhada sobre as nuvens no ritmo de pequenos anjos
Com corpos nus, dramatizamos pensamentos
E bebemos sucos em homenagem às gerações
Tudo está na ação, tudo é bonito e certo
Estive preso em máquinas
Tive que engolir aspirinas
Os pulmões pararam de funcionar
Pensei, não me foda
O medo era meu subordinado
Joguei a razão no prato
Pendurei a cruz na parede
Mas eu permaneci vivo
Essa é a dança na escuridão no meio das estrelas
Caminhada sobre as nuvens no ritmo de pequenos anjos
Com corpos nus, dramatizamos pensamentos
E bebemos sucos em homenagem às gerações
Tudo está na ação, tudo é bonito e certo