395px

Fim

Siddhartha

Fin

Bajo aquel verano
El viento mecía
Esa silla dormida

Tras aquel pasillo
Vive un agujero
Que mira la vida

En la tarde lenta
Bailan hojas secas
Andan por las calles
Donde el Sol te vio reír

En fotografías
Que hablan de tus días
Vuelven los momentos
Cuando nada tenía fin

En la tarde lenta
Bailan hojas secas
Andan por las calles
Donde el Sol te vio reír

En fotografías
Que hablan de tus días
Vuelven los momentos
Cuando nada tenía fin

Por fin ves, no hay fin
Por fin ves, no hay fin
Por fin ves, no hay fin
Por fin ves, no hay fin

Fim

Sob aquele verão
O vento balançava
Aquela cadeira adormecida

Atrás daquele corredor
Vive um buraco
Que observa a vida

Na tarde lenta
Dançam folhas secas
Andam pelas ruas
Onde o Sol te viu rir

Em fotografias
Que falam dos seus dias
Voltando os momentos
Quando nada tinha fim

Na tarde lenta
Dançam folhas secas
Andam pelas ruas
Onde o Sol te viu rir

Em fotografias
Que falam dos seus dias
Voltando os momentos
Quando nada tinha fim

Finalmente vê, não há fim
Finalmente vê, não há fim
Finalmente vê, não há fim
Finalmente vê, não há fim

Composição: Siddhartha