No silêncio da noite, onde o véu entre os mundos se desfaz
Caminho entre as sombras, guiado pelo sussurro dos esquecidos
Os antigos mistérios sussurram meu nome
Chamando-me ao abismo, onde a chama negra queima
Nos círculos ocultos, onde o tempo se desfaz
Os juramentos são selados em sangue
E os segredos da noite se tornam meu fardo e minha glória
Sob a Lua negra, onde a ilusão se desfaz
A serpente sagrada ergue-se, envolta na escuridão primordial
Vivo entre as sombras
Cativando os desejos mais obscuros
Sobre a deusa do Caos, senhora do inferno e demônio da noite
Que desperta os meus sonhos e sentimentos, majestade libertina
Dos mistérios mais escuros, mãe da noite, da loucura e da eterna escuridão
A representação do caos
Da magia
Do vazio
A origem dos cultos lunares
A Lua negra
O eclipse
Deusa do Mar de Sangue e da Chama Negra
Erga-se das profundezas, desperte da névoa
Imperatriz do Caos Colérico, Senhora da Oculta Magia
Poderosa serpente e Deusa do inferno
A importância negra em nossas vidas
Senhora dos reinos negros de Sitra Achra
Taninsam!
Eu te invoco, oh orgulhosa Esposa de Satanás
Mãe de todos os demônios serpentinos e bruxas
Guie minha alma através do seu caminho
E com seu sopro da morte arrebatar as almas dos filhos de Adão
Abra agora os portões de Gehinnom e deixe-me afogar em tuas águas negras
E faça-me um dos teus