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O Que Eu Posso

Silvina Garre

Lo Que Puedo

Cargo con lo que puedo, no te apresures
La ciudad de los sueños esta dormida
Cargo con lo que puedo y te necesito
Corro entre los detalles para alcanzarte
Para alcanzarte.
Qué hemos estado, qué hemos estado buscando?
Dónde perdimos contacto, dónde el placer?
Que no se escape, que no se escape la vida
Sin gozármela
Sin saboreármela.
Cargo con lo que puedo y puedo bastante
En los demás no busco ningún consuelo
Cargo con lo que puedo, no me apresures
Que las horas van y vienen como endiabladas
Como endiabladas.
Qué hemos estado, qué hemos estado buscando?
Dónde perdimos contacto, dónde el placer?
Que no se escape, que no se escape la vida
Sin gozármela
Sin saboreármela.
Cargo con lo que puedo
Lo que puedo, lo que puedo…
Fuimos tan tontos que renunciamos a todo
Las maravillas del mundo estaban ahí
Que no se escape, que no se escape la vida
Sin gozármela
Sin saboreármela.

O Que Eu Posso

Carrego o que posso, não se apresse
A cidade dos sonhos está adormecida
Carrego o que posso e preciso de você
Corro entre os detalhes pra te alcançar
Pra te alcançar.
O que temos buscado, o que temos buscado?
Onde perdemos o contato, onde está o prazer?
Que a vida não escape, que a vida não escape
Sem eu aproveitá-la
Sem eu saboreá-la.
Carrego o que posso e posso bastante
Nos outros não busco nenhum consolo
Carrego o que posso, não me apresse
Que as horas vão e vêm como endiabradas
Como endiabradas.
O que temos buscado, o que temos buscado?
Onde perdemos o contato, onde está o prazer?
Que a vida não escape, que a vida não escape
Sem eu aproveitá-la
Sem eu saboreá-la.
Carrego o que posso
O que posso, o que posso…
Fomos tão bobos que desistimos de tudo
As maravilhas do mundo estavam aí
Que a vida não escape, que a vida não escape
Sem eu aproveitá-la
Sem eu saboreá-la.

Composição: Silvina Garre