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Irreal

Simon Garcia

Irreal

Las cosas me atribuyen
Lo que siento se destruye
Todo pasa por las nubes
Lo que baja siempre sube
Cuando estalló me resbalo
En las lágrimas me caigo
Y no quiero y no puedo parar
Complacerte se vuelve maldad

Es un duelo que no puedo reemplazar
Los tornados me proponen olvidar
La tragedia que me vuelve a besar
Yo siento ritmo y no puedo parar
Es un duelo que no puedo reemplazar
Los tornados me proponen olvidar
La tragedia que me vuelve a besar
Yo siento ritmo y no lo puedo parar

A veces soltar mi celular
Hace que me aferre a algo irreal
Y tu nombre se me queda
En la mente y me hace mal
A veces soltar mi celular
Hace que me aferre a algo irreal
Que hasta pienso cosas lindas
Que me hace suspirar

Las cosas me atribuyen
Lo que siento se destruye
Todo pasa por las nubes
Lo que baja siempre sube
Cuando estalló me resbalo
En las lágrimas me caigo
Y no quiero y no puedo parar
Complacerte se vuelve maldad

Es que quisiera
Que tú estuvieras
Dentro de mi habitación
Ya no queda más tiempo
Mira que ya amaneció
Es que quisiera
Que tú vinieras
Estoy arrepentido
Por no luchar más
Por este amor prohibido

Es un duelo que no puedo reemplazar
Los tornados me proponen olvidar
La tragedia que me vuelve a besar
Yo siento ritmo y no lo puedo parar
Es un duelo que no puedo reemplazar
Los tornados me proponen olvidar
La tragedia que me vuelve a besar
Yo siento ritmo y no lo puedo parar

A veces soltar mi celular
Hace que me aferre a algo irreal
Y tu nombre se me queda
En la mente y me hace mal
A veces soltar mi celular
Hace que me aferre a algo irreal
Que hasta pienso cosas lindas
Que me hace suspirar

Irreal

As coisas me atribuem
O que sinto se destrói
Tudo passa pelas nuvens
O que desce sempre sobe
Quando estouro, escorrego
Nas lágrimas eu caio
E não quero e não consigo parar
Agradar você se torna maldade

É um duelo que não consigo substituir
Os tornados me propõem esquecer
A tragédia que me beija novamente
Eu sinto o ritmo e não consigo parar
É um duelo que não consigo substituir
Os tornados me propõem esquecer
A tragédia que me beija novamente
Eu sinto o ritmo e não consigo parar

Às vezes soltar meu celular
Faz com que eu me agarre a algo irreal
E seu nome fica
Na mente e me faz mal
Às vezes soltar meu celular
Faz com que eu me agarre a algo irreal
Que até penso em coisas bonitas
Que me faz suspirar

As coisas me atribuem
O que sinto se destrói
Tudo passa pelas nuvens
O que desce sempre sobe
Quando estouro, escorrego
Nas lágrimas eu caio
E não quero e não consigo parar
Agradar você se torna maldade

É que eu gostaria
Que você estivesse
Dentro do meu quarto
Não há mais tempo
Veja que já amanheceu
É que eu gostaria
Que você viesse
Estou arrependido
Por não lutar mais
Por esse amor proibido

É um duelo que não consigo substituir
Os tornados me propõem esquecer
A tragédia que me beija novamente
Eu sinto o ritmo e não consigo parar
É um duelo que não consigo substituir
Os tornados me propõem esquecer
A tragédia que me beija novamente
Eu sinto o ritmo e não consigo parar

Às vezes soltar meu celular
Faz com que eu me agarre a algo irreal
E seu nome fica
Na mente e me faz mal
Às vezes soltar meu celular
Faz com que eu me agarre a algo irreal
Que até penso em coisas bonitas
Que me faz suspirar

Composição: