¿Quien vengo siendo?
Hasta los huevos de mi mente y de la gente que vive dentro de mí
¿Dónde habré puesto mi embudo? Me esperan para un copetín
(Y ahora no estoy en mis cabales, deja tu mensaje después de la señal)
Mi mujer es un sombrero y esta pierna ¿de quién coño será?
Soy y he sido tantos hombres que el menú del día es electricidad
A buenas horas mangas largas que están atadas a la espalda
¡Guau, guau!
Con más de cien dedos en la sien
¿Quién vengo siendo?
Veo en color lo que otros ven
En blanco y negro
No se preocupen que yo haré
Que pare el viento
Son más de cien dedos en la sien
¿Quién vengo a ser?
Soy la carne, soy los huesos, soy la sangre de la humanidad
Y el cornezuelo del centeno, para el Kaiser y Su Santidad
Rigor mortis, that is the question, a mayor gloria de Dios y España
Si el asunto se pone chungo, soy otro y no hay pedo, wey
Si el sistema estuviera bien, mi voto valdría por diez
Y hay camisas llenas de gente y tejados que son serpientes y digo
Quem Sou Eu?
Até o pescoço da minha mente e da galera que vive dentro de mim
Onde eu deixei meu funil? Estão me esperando pra um drink
(E agora não estou em meus juízos, deixa sua mensagem depois do sinal)
Minha mulher é um chapéu e essa perna, de quem será?
Sou e fui tantos caras que o menu do dia é eletricidade
A essa altura, mangas longas que estão amarradas nas costas
Uau, uau!
Com mais de cem dedos na têmpora
Quem sou eu?
Vejo em cores o que outros veem
Em preto e branco
Não se preocupem que eu vou fazer
O vento parar
São mais de cem dedos na têmpora
Quem eu venho a ser?
Sou a carne, sou os ossos, sou o sangue da humanidade
E o cornezuelo do centeio, pro Kaiser e Sua Santidade
Rigidez cadavérica, essa é a questão, para a maior glória de Deus e da Espanha
Se a situação ficar complicada, sou outro e não tem problema, cara
Se o sistema estivesse certo, meu voto valeria por dez
E há camisas cheias de gente e telhados que são serpentes e eu digo
Composição: Julian Hernandez