Diabolic Summoning
Stir in darkness through the chamber of disgrace
Malicious cellar, abhorrence place
Evaporating stench of rotting body parts
Nailed to the wall, mutilated and deformed
Fridge with chopped heads, vermin flies and crawls all over
Carnage temple, necropolis
Bodies fused as heaps of putrid waste
Tubful with innards
Skull stacked as an altar, candles burning
Carnage temple, necropolis
Resurrection of the savage within
Eruption from the beast of sin
Dead fills a monstrous call
The beast crawls as the mask falls
Skull crushed by my axe
Bones splinter, decapitation
Sockets empty, eyes sucked out
Brain consumed, pure ecstasy
All victims I made, all bodies I rape
I sodomise their flesh and leave them to ash
Bodies pinned to the ground
Faces of fear a heavenly sight
Suffocation by their own blood
See the suffering I masturbate
All victims I made, all bodies I rape
I sodomise their flesh and leave them to ash
Psychedelic reflections, strive after perfection
Outrageous necrolust, developing my consciousness
In the shadows I await for thee
My hunger crawls for thy flash
Psychedelic reflections, strive after perfection
Outrageous necrolust, developing my consciousness
Mesmerised by innocence
Corrosion of virgin flesh
Versatile ways to slay
Transfixed, deflowered death
Bodies pinned to the ground
Faces of fear a heavenly sight
Suffocation by their own blood
See the suffering I masturbate
All victims I made, all bodies I rape
I sodomise their flesh and leave them to ash
The hunger I can't deny
Schizophrenic life
Convocação Diabólica
Mergulhe na escuridão pela câmara da desgraça
Cômodo maligno, lugar de aversão
Cheiro podre de partes de corpos em decomposição
Pregados na parede, mutilados e deformados
Geladeira com cabeças cortadas, vermes e moscas por toda parte
Templo de carnificina, necrópole
Corpos fundidos como montes de lixo putrefato
Banheira cheia de vísceras
Cránios empilhados como um altar, velas acesas
Templo de carnificina, necrópole
Ressurreição do selvagem interior
Erupção da besta do pecado
Mortos preenchem um chamado monstruoso
A besta rasteja enquanto a máscara cai
Cráneo esmagado pela minha machadinha
Ossos estilhaçam, decapitação
Órbitas vazias, olhos sugados
Cérebro consumido, pura ecstasy
Todas as vítimas que fiz, todos os corpos que estupram
Eu sodomizo sua carne e deixo em cinzas
Corpos presos ao chão
Faces de medo, uma visão celestial
Sufocação pelo próprio sangue
Veja o sofrimento que eu me masturba
Todas as vítimas que fiz, todos os corpos que estupram
Eu sodomizo sua carne e deixo em cinzas
Reflexões psicodélicas, lutando pela perfeição
Necrolustra escandalosa, desenvolvendo minha consciência
Nas sombras eu aguardo por ti
Minha fome rasteja por teu corpo
Reflexões psicodélicas, lutando pela perfeição
Necrolustra escandalosa, desenvolvendo minha consciência
Hipnotizado pela inocência
Corrosão da carne virgem
Maneiras versáteis de matar
Transfixado, morte desflorada
Corpos presos ao chão
Faces de medo, uma visão celestial
Sufocação pelo próprio sangue
Veja o sofrimento que eu me masturba
Todas as vítimas que fiz, todos os corpos que estupram
Eu sodomizo sua carne e deixo em cinzas
A fome que não posso negar
Vida esquizofrênica