Luxuria
The sound of a desperate desire
A call from your own, frozen inside
Primitive, uncontrolled instinct
A wilder need standing by your side
Look at yourself, man. trapped in your wishes
Reason doesn't act anymore
Only a primordial, corporal necessity
Strong as will in your thoughts
This truth mirrors the lies
You always try to deny
To your conscious mind...
Tough this extreme appetite
Natural outburst of sensations
Express your attitude in your lust
A concrete form of all your passions
Far from every ill-disposed outline
Just as pure as semplicity
Free as only man can be without
His morbid objectivity
Victim of an oppressing innocence
Your unhurt soul starts to bleed
As you realise you're powerless in front of
This reflection of your being
This truth mirrors the lies
You just cannot deny
To your conscious mind
To the whole mankind
This truth mirrors the lies
You just cannot deny
To your pale, conscious mind!
Luxúria
O som de um desejo desesperado
Um chamado do seu eu, congelado por dentro
Instinto primitivo, incontrolável
Uma necessidade selvagem ao seu lado
Olhe pra você, cara. preso nos seus desejos
A razão não age mais
Apenas uma necessidade primordial, corporal
Forte como a vontade nos seus pensamentos
Essa verdade reflete as mentiras
Que você sempre tenta negar
Para sua mente consciente...
Duro esse apetite extremo
Explosão natural de sensações
Expresse sua atitude na sua luxúria
Uma forma concreta de todas as suas paixões
Longe de qualquer contorno mal-intencionado
Tão puro quanto a simplicidade
Livre como só o homem pode ser sem
Sua objetividade mórbida
Vítima de uma inocência opressora
Sua alma intocada começa a sangrar
Quando você percebe que está impotente diante de
Esse reflexo do seu ser
Essa verdade reflete as mentiras
Você simplesmente não pode negar
Para sua mente consciente
Para toda a humanidade
Essa verdade reflete as mentiras
Você simplesmente não pode negar
Para sua pálida, mente consciente!