In Astral Pains of Trance
Regardless your efforts, everything changes
Time cycles yet never returns
Storms generate aeons while peace brings nothingness
War-force conception, the deity of destruction
Make humanity share the pain inflicted upon itself
Self-deluded dreamers disintegrate,
They drown in grimness, and with them, their dreams.
My roots may have driven their souls dry
But my branches had already touched the stars...
Mayhap your sterile mind and body ever get a hold of the truth
You depend on us for your existence
Time cycles yet never returns...
Hither am I
In Astral Plains of Trance
As untouchable to you as the stars above
Attempt against us, and confusion shall take over...
Aghast as you taste the claws of our wrath
Nas Dores Astrais do Transe
Independentemente dos seus esforços, tudo muda
Os ciclos do tempo seguem, mas nunca voltam
Tempestades geram éons enquanto a paz traz o nada
Concepção da força bélica, a divindade da destruição
Faz a humanidade compartilhar a dor que inflige a si mesma
Sonhadores autoiludidos se desintegram,
Afundam na escuridão, e com eles, seus sonhos.
Minhas raízes podem ter secado suas almas
Mas meus galhos já tocaram as estrelas...
Talvez sua mente e corpo estéreis consigam alcançar a verdade
Você depende de nós para sua existência
Os ciclos do tempo seguem, mas nunca voltam...
Aqui estou eu
Nas Planícies Astrais do Transe
Tão intocável para você quanto as estrelas lá em cima
Tente contra nós, e a confusão tomará conta...
Aterrorizado ao sentir as garras da nossa ira