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Alcolito

Skay

Alcolito

Alcolito va de mesa en mesa,
anda prodigando su licor,
licor de carcajadas y de risas,
licor en cataratas de dolor,
dolor renovado en cada copa
y otra copa colmada de licor.
Esa voz narcotizada,
esa risa loca de champán,
esa mirada paranoica
atrapada en este lupanar.
El rito prohibido que agoniza
con la última copa de licor.
Un, dos, tres desfilando...
un, dos, tres procesión...
un, dos, tres paranoia...
y Alcolito sirve otra copa de licor.
En cada trago una sonrisa,
en cada copa una traición.
Alcolito de va de mesa en mesa
embriagando a todo el personal,
el rito prohibido que agoniza
con la última copa de licor.
Un, dos, tres desfilando...
un, dos, tres procesión...
un, dos, tres paranoia...
y Alcolito sirve otra copa de licor.

Alcolito

Alcolito vai de mesa em mesa,
espalhando seu licor,
licor de risadas e gargalhadas,
licor em cachoeiras de dor,
dor renovada em cada dose
e mais uma dose cheia de licor.
Essa voz anestesiada,
essa risada louca de champanhe,
essa mirada paranoica
presa nesse cabaré.
O rito proibido que agoniza
com a última dose de licor.
Um, dois, três desfilando...
um, dois, três procissão...
um, dois, três paranoia...
e Alcolito serve mais uma dose de licor.
Em cada gole um sorriso,
em cada dose uma traição.
Alcolito vai de mesa em mesa
embriagando toda a galera,
o rito proibido que agoniza
com a última dose de licor.
Um, dois, três desfilando...
um, dois, três procissão...
um, dois, três paranoia...
e Alcolito serve mais uma dose de licor.

Composição: