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Deixar Ir

Skinny Puppy

Dal

"let go, where you going move from, going to hide it nowhere... with my butt... like you left"

Find
Words fade above the snow
The carved out somebody stitch
The carver's all who waves surrender
Through all tempers looking back
The skin begins to crack
Those ever double jointed blamers

Fine
Closed off no power the wheel inside no peace
No feeling all disease around security

Eyes
Devised the cycles find
A call that's never caught
Beneath the locusts timed decision

Find
The vice grips never freed
A crease upon one's debt
And never paying forward

Hate
What will we won't be late
What will be left today
When nothing left to beg the moral

Fate
What is it left can't you say
Who will be left to pay
When ugly crippled eyes remain

Fine
Closed off devoured the meat inside of me
In freeing all afraid of life eternity

Eyes
Burning of sorrow deep craving inside no teeth
Holding on nothing left to be believed

Fear
What will we want with fear
The time of bombing near
With nothings left to have or hope for

Pain
What is there left to say
An ancient plan to pay
With blood and shit tomorrow

Shame
We will be learning shame
Until we play the game
That in the end will bring disorder

Race
What will be left to say
When nothing is the same
And all this shit goes over

"where you... nowhere... like you left... go... where you"

Steping out behind mask
Kiss the mercantile abscess
Run behind (teach fertile?) blood
The fingernails are dirty

Face the combination loss
And go toward the final cost
A cripple's desk a lost foothold
Suffering at the end scene

Fine
Closed off devoured the meat inside of me
In freeing all afraid of life eternity

"get in line... no you can't my my... happily remove one body... nearly knew.
It's not dead... every way it's not lice ladden where you going to go"

Deixar Ir

"deixa pra lá, pra onde você vai, se movendo de, vai esconder em lugar nenhum... com minha bunda... como você foi embora"

Encontre
Palavras desaparecem acima da neve
Alguém esculpido costura
O escultor é quem acena rendição
Através de todos os ânimos olhando pra trás
A pele começa a rachar
Aqueles que sempre culpam com as juntas duplas

Bom
Fechado, sem poder, a roda dentro, sem paz
Sem sentimento, toda doença ao redor da segurança

Olhos
Concebendo os ciclos, encontre
Um chamado que nunca é ouvido
Debaixo das decisões cronometradas das gafanhotos

Encontre
As garras do vício nunca foram libertadas
Uma marca na dívida de alguém
E nunca pagando adiante

Ódio
O que seremos, não vamos nos atrasar
O que vai sobrar hoje
Quando não há nada pra implorar a moral

Destino
O que sobrou, não pode dizer
Quem vai ficar pra pagar
Quando olhos feios e aleijados permanecem

Bom
Fechado, devorado a carne dentro de mim
Em libertar, todos com medo da vida eterna

Olhos
Ardendo de tristeza, profundo desejo dentro, sem dentes
Segurando nada, nada pra se acreditar

Medo
O que queremos com medo
O tempo da bomba se aproxima
Com nada pra ter ou esperar

Dor
O que resta pra dizer
Um plano antigo pra pagar
Com sangue e merda amanhã

Vergonha
Vamos aprender a vergonha
Até jogarmos o jogo
Que no final trará desordem

Raça
O que vai sobrar pra dizer
Quando nada é igual
E toda essa merda se repete

"onde você... lugar nenhum... como você foi embora... vai... pra onde você"

Saindo de trás da máscara
Beije o abscesso mercantil
Corra atrás (ensine fértil?) sangue
As unhas estão sujas

Enfrente a combinação da perda
E vá em direção ao custo final
A mesa de um aleijado, um apoio perdido
Sofrendo na cena final

Bom
Fechado, devorado a carne dentro de mim
Em libertar, todos com medo da vida eterna

"entre na fila... não, você não pode, meu meu... remova um corpo feliz... quase sabia.
Não está morto... de qualquer forma, não está cheio de piolhos, pra onde você vai"

Composição: Skinny Puppy