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Segundo Dente

Skinny Puppy

Second Tooth

(not much need) distraught wake up in sweat
something is very different no water hot or cold walk out in the street
greet the morning gun battles needless no need to understand in
a foreign land with gun in hand killing is respected a way of showing
faith in a country's need to exercise death penalities where were you
now in the chair to burn twenty years ago killing red in nam who
is worse when war is far away not much for sympathy a number count
of casualties return so burned with nothing left to learn murder now invigorates
the unwashed bloody hands kill again let the family burn
do little to comfort anguishing no decision could ever warrant
this war is just a childrens game no pretending dead why? dear god whom
we project its useless killing children to satisfy the arms budgets
who walks right or left a child won't give a damn nations arise to reason
the conceptions threatened for economic steps is it time to shut down
and lay to rest the bomb that servant suicide object worshipped
like a god be there now blown clear the human race what use is there of
figures the wrote wordless statistic names and numbers now seem out
of place a paper representating life blowing down the street kill again

Segundo Dente

(não há muito o que fazer) acordar angustiado em suor
algo está muito diferente, sem água quente ou fria, saio pra rua
dei bom dia ao tiroteio, batalhas sem sentido, não há necessidade de entender em
uma terra estranha com a arma na mão, matar é respeitado, uma forma de mostrar
fé na necessidade de um país de aplicar penas de morte, onde você estava
agora na cadeira para queimar, vinte anos atrás, matando em vermelho no Vietnã,
quem é pior quando a guerra está longe? não há muito para simpatia, um número conta
de baixas, voltam tão queimados, sem nada mais a aprender, o assassinato agora revigora
as mãos sujas de sangue, mate de novo, deixe a família queimar
faz pouco para confortar, angústia, nenhuma decisão poderia justificar
essa guerra é apenas um jogo de crianças, sem fingimentos, mortos, por quê? querido Deus, a quem
projetamos, é inútil matar crianças para satisfazer os orçamentos de armas,
quem anda certo ou errado, uma criança não vai se importar, nações surgem para a razão,
as concepções ameaçadas por passos econômicos, é hora de desligar
e descansar a bomba, aquele objeto de suicídio adorado
como um deus, esteja lá agora, explodido, a raça humana, que utilidade há em
números, a palavra escrita, estatísticas sem sentido, nomes e números agora parecem fora
de lugar, um papel representando a vida, soprando pela rua, mate de novo.

Composição: Skinny Puppy