Past Present
is this pure reality could we be led to believe
lemmings up against a sea drowning in speculation
even told when waters older more polluted never
drink the murky media to plumb the depth of time
what of human frailty visualize with clarity
past the sanitation to the childish flesh and bone
bleaching sticks and stoner ribs pukes up gallows laughter
stage the mighty media blessing this sanitation
what is this supposed to hold
freedoms crush disparaged souls
despot dug in yellowcake and failed to certify
it crippled son to pass it on a hatred fed on hatred born
deify defensive form as if to never see that
what is real canned I feel less important than today
anyway is it worth the slaughter?
Sit and feel absolutely zero suffering
a condition worth denying
pasted carcass killing fields
body parts off dolls that bleed
who was once committed for pulling wings off flying things
feeling bold to knot put over twisted ever after
hissing faded left alone to replicate the lie
what is real
asks the dream
some dim shift a rift within
funniest
seems a distant the damp ring
fitting end
destitution ego death within
a condition dear dementia
Passado Presente
é essa a pura realidade, podemos ser levados a acreditar
lemmings contra um mar afundando em especulação
até disseram que as águas mais antigas, mais poluídas, nunca
beba a mídia turva para explorar a profundidade do tempo
e quanto à fragilidade humana, visualize com clareza
além da sanitação, para a carne e os ossos infantis
bastões de desinfecção e costelas de maconheiro vomitam risadas de enforcamento
encene a poderosa mídia abençoando essa sanitação
o que se espera disso
liberdades esmagam almas desprezadas
um déspota se enterrando em urânio e falhando em certificar
feriu seu filho para passar adiante um ódio alimentado por ódio
divinize a forma defensiva como se nunca fosse ver isso
o que é real, posso me sentir menos importante que hoje
de qualquer forma, vale a pena o massacre?
Sente e sinta absolutamente zero sofrimento
uma condição que vale a pena negar
carcaça colada, campos de morte
partes de corpos de bonecas que sangram
quem foi uma vez comprometido por arrancar asas de coisas voadoras
sentindo-se ousado para amarrar, colocar sobre o retorcido para sempre
sibilando, desbotado, deixado sozinho para replicar a mentira
o que é real
pergunta o sonho
alguma mudança tênue, uma fenda interna
mais engraçado
parece distante, o anel úmido
um fim apropriado
destituição, morte do ego dentro
uma condição querida, demência