My Naked I
I wish that you could know one day the secrets I've been keeping,
Of the demons I have locked away - they prowl a one track mind.
If you had thought this tongue in cheek was just reserved for speaking
one hour at my sweet mercy would be sure to send you blind.
Speeding through the darkness of this endless Friday night,
In a body with one drunk and careless owner.
There is nobody home - but all the light are shining brightly,
How I'd love to wake beside you when it's over.
[Chorus]
Yearning serpent - sharp foretooth,
I ache to taste of nacked youth.
The fleeting glance I can't forget,
Could make of me an agapet.
The reins that bridle my desire -
grow flimsier than your attire.
Feeling brave? - then come and try to stare into my naked I.
Like a spider with a fly upon her web -
come wrap those legs around me.
Deflower me - devour me,
My veins aglow with blood like liquid fire.
I'm a willing victim - gagged and bound down on your altar of seduction,
Awaiting my destruction in the all consuming flames of raw desire.
I fear I should be boiled in oil just for these thoughts I'm thinking,
If you'd be my new hobby I could give up DIY.
I've just one vice in life - but how its jaws long to be sinking,
In the flesh of Eden's apple with some subtle succubi.
I'd say without a doubt you're the best sex I never had,
Cause in my dreams you wear a necklace white and pearly.
Make mine a triple bromide on the rocks please - (stirred and shaken),
Should I wait 'til it's too late - or come too early?
Yearning serpent - sharp foretooth,
I ache to taste of naked youth.
The feeling glance I can't forget,
Could make of me an agapet.
The reins that bridle my desire -
grow flimsier than your attire.
Feeling brave? - then come and try to stare at my naked I.
Meu Eu Nu
Eu queria que um dia você pudesse saber os segredos que venho guardando,
Dos demônios que tranco a sete chaves - eles rondam uma mente obsessiva.
Se você achou que essa ironia era só pra falar
Uma hora à minha doce mercê com certeza te deixaria cego.
Acelerando pela escuridão dessa noite de sexta sem fim,
Em um corpo com um dono bêbado e descuidado.
Não tem ninguém em casa - mas todas as luzes estão brilhando,
Como eu adoraria acordar ao seu lado quando tudo acabar.
[Refrão]
Serpente desejosa - dente afiado,
Eu anseio por provar da juventude nua.
O olhar fugaz que não consigo esquecer,
Poderia me transformar em um agapet.
As rédeas que controlam meu desejo -
Ficam mais frágeis que suas roupas.
Sentindo-se corajoso? - então venha e tente olhar para meu eu nu.
Como uma aranha com uma mosca em sua teia -
Venha envolver essas pernas em mim.
Desflore-me - devore-me,
Minhas veias brilhando com sangue como fogo líquido.
Sou uma vítima disposta - amordaçada e amarrada no seu altar da sedução,
Aguardando minha destruição nas chamas devoradoras do desejo bruto.
Temo que eu deva ser fervido em óleo só por esses pensamentos que estou tendo,
Se você fosse meu novo hobby, eu poderia desistir do faça você mesmo.
Só tenho um vício na vida - mas como suas mandíbulas desejam se afundar,
Na carne da maçã do Éden com alguns súcubos sutis.
Eu diria sem dúvida que você é o melhor sexo que nunca tive,
Porque nos meus sonhos você usa um colar branco e perolado.
Faça o meu um triplo brometo com gelo, por favor - (mexido e agitado),
Devo esperar até que seja tarde demais - ou chegar cedo demais?
Serpente desejosa - dente afiado,
Eu anseio por provar da juventude nua.
O olhar fugaz que não consigo esquecer,
Poderia me transformar em um agapet.
As rédeas que controlam meu desejo -
Ficam mais frágeis que suas roupas.
Sentindo-se corajoso? - então venha e tente olhar para meu eu nu.
Composição: Martin Walkyier