Pyre
Down the road, there still the burning
Corpse of a man, crawling on his wishes
And a deer that fights against the horizon
Made of impetuous smoke
Evil dawn
Rain of flames
Evil dawn
Endless pyre
They run that way a trap collapsing into the endless woods
A flame to carve a coffin made of rope and bones and coal
Blight, another turmoil hits, my lungs into dust
There is no place you can get no air
Up the hill, a forest of chaos
But still another lane to hell
And rest, another way to die
Suffocating, crawling, melting
Evil dawn
Rain of flames
Evil dawn
Endless pyre
Ride your fucking pride when you collapse
Satan's blessed fire, fuel rains over
Dead men crawling, rust cars drying
Dismembered woods, distorted landscape
No matter if it hurts, the nightmare is real
The nightmare is real
I'll keep walking, on the reaper's track
No matter the inferno, my will is iron
Iron
I blast the beast until it bleeds, fuck the hell up my core
I run under the holocaust, and deserve glow like rust
I fight the flame and hit the coal to make it bleed
I leave behind, the sound of death
There still the burning
Corpse of a nun, agonizing on her lust
And a goat that fights against the sanity
Impetuous smoke
Evil dawn
Rain of flames
Evil dawn
Endless pyre
Pira
Caminhando pela estrada, ainda há a queima
Cadáver de um homem, rastejando em seus desejos
E um cervo que luta contra o horizonte
Feito de fumaça impetuosa
Madrugada maldita
Chuva de chamas
Madrugada maldita
Pira sem fim
Eles correm por ali, uma armadilha desmoronando na floresta sem fim
Uma chama para esculpir um caixão feito de corda, ossos e carvão
Praga, outra turbulência atinge, meus pulmões em pó
Não há lugar onde você possa respirar
No topo da colina, uma floresta de caos
Mas ainda há outra estrada para o inferno
E descanso, outra forma de morrer
Sufocando, rastejando, derretendo
Madrugada maldita
Chuva de chamas
Madrugada maldita
Pira sem fim
Abrace seu orgulho do caralho quando você desmoronar
Fogo abençoado de Satanás, combustível chovendo sobre
Mortos rastejando, carros enferrujados secando
Florestas desmembradas, paisagem distorcida
Não importa se dói, o pesadelo é real
O pesadelo é real
Continuarei caminhando, na trilha do ceifador
Não importa o inferno, minha vontade é de ferro
Ferro
Eu estourou a besta até ela sangrar, foda-se o inferno dentro de mim
Eu corro sob o holocausto, e mereço brilhar como ferrugem
Eu luto contra a chama e bato no carvão para fazê-lo sangrar
Deixo para trás, o som da morte
Ainda há a queima
Cadáver de uma freira, agonizando em sua luxúria
E uma cabra que luta contra a sanidade
Fumaça impetuosa
Madrugada maldita
Chuva de chamas
Madrugada maldita
Pira sem fim