Apagar a culpa é fácil
Mas até quando ela vai durar
Sua borracha tá em pedaços
Ou será que devo dizer arma
Quando falta o oxigênio
Que lhe dá mais?
Flutuar não é tão bom
No contexto de quem te trai
Cada passo sujo de um corpo imundo
Que não quer mais viver
Forçando murmúrios, remédios aos murros
Vai curar se bater?
Jura que tudo já mudou?
Salve quem mesmo condenou
Finja que seus neurônios são normais
Prometo que tudo tem um jeito
Mesmo que ele não seja perfeito
Digo que o que passou, é o que vivo
Minto, me vi tão radioativo
Sigo, o que importa é manter o sorriso
Ooh
Digo que o que passou, é o que vivo
Minto, me vi tão radioativo
Sigo, o que importa é manter o sorriso
Ooh
Não vai dar pra esse sangue limpar
Quem faz ele tá lá: Você é o próximo!
Congelar dentro desse lugar
No grandioso e vasto espaço
Apagar a culpa é fácil
Mas até quando ela vai durar
Sua borracha tá em pedaços
Ou será que devo dizer arma
Jura que tudo já mudou?
Salve quem mesmo condenou
Finja que seus neurônios são normais
Quem que vai me escutar, se o alarme
Não parar de tocar no meio do abismo
Parando pra pensar, quando tudo acabar
Pecados serão redimidos?
E se eu não me culpar? E se eu não me trancar
E esperar, o ar ficar mais fino
Será que acho a resposta
Pra tudo isso?
Prometo que tudo tem um jeito
Mesmo que ele não seja perfeito
Digo que o que passou, é o que vivo
Minto, me vi tão radioativo
Sigo, o que importa é manter o sorriso
Ooh
Digo que o que passou, é o que vivo
Minto, me vi tão radioativo
Sigo, o que importa é manter o sorriso
Ooh
Não vai dar pra esse sangue limpar
Quem faz ele tá lá: Você é o próximo!
Congelar dentro desse lugar
No grandioso e vasto espaço
E se não parar de queimar?
Se a culpa nunca passar?
Se o machado me curar
E o inferno existir é pra lá que eu vou