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Docas de Liverpool

Smokie

Liverpool Docks

Once knew a man who thought he was another guy,
he was livin' a lie.
He took a chance by roaming the streets in the night,
Till he learned how to fight.
He met trouble one night, another man with his wife.
So he brought out his knife, didn't mean to take his life.
Now he's got to get away, hear him say.

I'm going down to the Liverpool Docks,
Try to hitch a ride, ain't gonna break no rocks.
And I never had a friend, I never needed one.
I'm going down to the silvery sea,
I'm gonna go some place where they won't find me.
And maybe I can go where I won't ever have to come
back again.

He took his time, lived his life alone,
An' his thoughts were his own.
He lived in a place he'd never heard of before,
In Block number four.
Then one night at his door, he stood facing the law.
On the paper he saw, what they wanted him for,
They're gonna take him back, and he said.

I'm goin' back to the Liverpool Docks,
Gonna take a ride, gotta break some rocks.
And I never had a friend, but I never needed one.
Take a ride on the silvery sea,
I'm gonna go some place where they won't find me.
An' I don't wanna go 'cos I know that I'll never come
back again.

I'm going down to the Liverpool Docks,
Try to hitch a ride, ain't gonna break no rocks.
And I never had a friend, I never needed one.
I'm going down to the silvery sea,
I'm gonna go some place where they won't find me.
And maybe I can go where I won't ever have to come
back again.

Docas de Liverpool

Uma vez conheci um cara que achava que era outro,
ele vivia uma mentira.
Ele arriscou vagando pelas ruas à noite,
fins que aprendeu a brigar.
Ele encontrou problemas uma noite, outro cara com sua esposa.
Então ele puxou a faca, não queria tirar a vida dele.
Agora ele precisa fugir, ouça-o dizer.

Estou indo para as Docas de Liverpool,
tentar pegar uma carona, não vou quebrar nenhuma pedra.
E eu nunca tive um amigo, nunca precisei de um.
Estou indo para o mar prateado,
vou para algum lugar onde não vão me encontrar.
E talvez eu possa ir para onde nunca mais terei que voltar
novamente.

Ele levou seu tempo, viveu a vida sozinho,
e seus pensamentos eram só dele.
Ele morava em um lugar que nunca tinha ouvido falar antes,
no bloco número quatro.
Então uma noite na porta, ele se deparou com a lei.
No papel ele viu, pelo que queriam pegá-lo,
vão levá-lo de volta, e ele disse.

Estou voltando para as Docas de Liverpool,
vou pegar uma carona, preciso quebrar algumas pedras.
E eu nunca tive um amigo, mas nunca precisei de um.
Vou dar uma volta no mar prateado,
vou para algum lugar onde não vão me encontrar.
E eu não quero ir porque sei que nunca mais vou voltar
novamente.

Estou indo para as Docas de Liverpool,
tentar pegar uma carona, não vou quebrar nenhuma pedra.
E eu nunca tive um amigo, nunca precisei de um.
Estou indo para o mar prateado,
vou para algum lugar onde não vão me encontrar.
E talvez eu possa ir para onde nunca mais terei que voltar
novamente.

Composição: Chris Norman / Peter Spencer