Desolado
Teléfonos suenan, medianoche desespera
Caigo e imagino, tu cuerpo en praderas
Sueño y trato, de no sangrar mis venas
Alimentarme, con tu néctar en fantasías
Y encontrarte, simplemente todos los días
Llantos que quiebran, mi alma no tolera
Sola y desolada, mis palabras no te llenan
Alimentarme, con tu néctar en fantasías
Y encontrarte, simplemente todos los días
Pierdo y encuentro, imágenes veo
Siento sentidos que vienen y van
A veces no entiendo, porque es un flagelo
Pierdo lo vivido por el bien y el mal
(Por el bien y el mal)
Alimentarme, con tu néctar en fantasías
Y encontrarte, simplemente todos los días
Desolado
Os telefones tocam, a meia-noite desespera
Caio e imagino, seu corpo em campos
Sonho e tento, não deixar minhas veias sangrarem
Me alimentar, com seu néctar em fantasias
E te encontrar, simplesmente todos os dias
Lamentos que quebram, minha alma não aguenta
Sozinha e desolada, minhas palavras não te preenchem
Me alimentar, com seu néctar em fantasias
E te encontrar, simplesmente todos os dias
Perco e encontro, imagens vejo
Sinto sentidos que vão e vêm
Às vezes não entendo, por que é um flagelo
Perco o vivido pelo bem e pelo mal
(Pelo bem e pelo mal)
Me alimentar, com seu néctar em fantasias
E te encontrar, simplesmente todos os dias
Composição: Ezequiel Pitluk