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Sombras

Sôber

Sombras

Muriendo de soledad,
como alma en pena,
viviendo sin poder amarte
como condena.

Ojos negros,
blanca es la piel,
frió el cuerpo,
solo has de correr.

Bienvenido al infierno
del que no querrás huir.
Tus lamentos son mis gozos
que me impulsan a seguir.

Adicto, a ti
y a tu olor,
como una droga,
tan ebrio del néctar de tu piel
y de tu aroma.

Ojos turbios,
blanca desnudez,
fría el alma,
solo has de correr.

Bienvenido al infierno
del que no querrás huir.
Tus lamentos son mis gozos
que me impulsan a seguir.

Ven, más, acercate,
tan solo quiero poder morder.
Inyectarte mi veneno
y así poder eternamente vivir.

(Solo)

Bienvenido al infierno
del que no querrás huir.
Tus lamentos son mis gozos
que me impulsan a seguir.

Ven, más, acercate,
tan solo quiero poder morder.
Inyectarte mi veneno
y así poder eternamente vivir.

Sombras

Morrendo de solidão,
como alma penada,
vivendo sem poder te amar
como uma condenação.

Olhos negros,
branca é a pele,
frio o corpo,
sólo tem que correr.

Bem-vindo ao inferno
do qual não querrás fugir.
Teus lamentos são meus prazeres
que me impulsionam a seguir.

Viciado, em você
e no seu cheiro,
como uma droga,
tão bêbado do néctar da sua pele
e do seu aroma.

Olhos turvos,
branca nudez,
fria a alma,
sólo tem que correr.

Bem-vindo ao inferno
do qual não querrás fugir.
Teus lamentos são meus prazeres
que me impulsionam a seguir.

Vem, mais, aproxima-te,
tão só quero poder morder.
Injetar-te meu veneno
e assim poder viver eternamente.

(Só)

Bem-vindo ao inferno
do qual não querrás fugir.
Teus lamentos são meus prazeres
que me impulsionam a seguir.

Vem, mais, aproxima-te,
tão só quero poder morder.
Injetar-te meu veneno
e assim poder viver eternamente.

Composição: Jorge Escobedo / Carlos Escobedo / Antonio Bernardini / Manuel Reyes