Cinturas Ajenas
Sé que me ves, como un tonto
Que no sabe bien, donde va
Pero a mi también
Me soltaron en la vida como a vos
Que no te entiendan
Eso puede ser, tan normal
Si no pueden ver
Lo que llevas lo que puedas cargar
Y camino despacio
Porque no se a dónde voy
No puedo, no quiero, no sé, cómo llegar
Voy siguiendo el camino
Que me alumbra un poco más
No puedo, no quiero, no sé, cómo llegar
Y me paso las horas destruyéndome
Con cinturas ajenas que no me hacen bien
Y me paso las horas destruyéndote
Asesino tus ojos y me siento bien
Si estas cansado
Que te quiten que te saquen sin preguntar
Que te arranquen los sueños
Que soñabas que esperabas realizar
Si empezás a hablar
Como ellos quieren escuchar
Es otra forma de morir
De colgarte al cuello y saltar
Y me paso las horas destruyéndome
Con cinturas ajenas que no me hacen bien
Y me paso las horas destruyéndote
Asesino tus ojos y me siento bien
Cinturas Estranhas
Sei que você me vê, como um idiota
Que não sabe bem, pra onde vai
Mas eu também
Fui solto na vida como você
Que não te entendam
Isso pode ser, tão normal
Se não conseguem ver
O que você carrega, o que pode suportar
E caminho devagar
Porque não sei aonde vou
Não posso, não quero, não sei, como chegar
Vou seguindo o caminho
Que me ilumina um pouco mais
Não posso, não quero, não sei, como chegar
E passo as horas me destruindo
Com cinturas estranhas que não me fazem bem
E passo as horas te destruindo
Assassino seus olhos e me sinto bem
Se você está cansado
Que te tirem, que te arranquem sem perguntar
Que arranquem os sonhos
Que você sonhava, que esperava realizar
Se você começa a falar
Como eles querem ouvir
É outra forma de morrer
De se pendurar no pescoço e pular
E passo as horas me destruindo
Com cinturas estranhas que não me fazem bem
E passo as horas te destruindo
Assassino seus olhos e me sinto bem
Composição: Edgardo Manno Y Fabio Cordero