Um, dois, três
Um, dois, três, quatro!
Músicos sem sermos músicos
Poetas dos lixos, poetas
Artistas sem saber nada sobre arte
A antiarte
Não queremos a redenção
Muito menos encontrarmos a verdade
Buscamos a iluminação
Apenas pela confusão
Alimentamos a desordem
Alimentamos a confusão
Alimentamos a desordem
Alimentamos a confusão
E agora nós viveremos
Somente pelo presente
O passado e o futuro vão
Existem só por implicação
Se tu nos acha idiotas e prepotentes
Mas ainda acharão
Somente pelo caos e a destruição
Almejamos encontrar a solução
Alimentamos a desordem
Alimentamos a confusão
Alimentamos a desordem
Alimentamos a confusão
Arte vindo dos bares
Das ruas, de todos lugares
Gritos à beira do abismo
Cheios de ódio e inconformismo
Alimentamos a desordem
Alimentamos a confusão
Alimentamos a desordem
Alimentamos a confusão
Alimentamos a desordem
Alimentamos a confusão
Alimentamos a desordem
Alimentamos a confusão