Del Tiempo de Mi Niñes
Mi mama solía decirme
Recuerdo cuando era chango
Usted se acuesta a la siesta
No vayas a andar hondiando.
Hay nomás ya me ordenaba
Que algo en el suelo tirara
Y debajito el alero
En un cuerito siestiara
Bajo el sopor de la siesta
Todo en silencio quedaba
Y con los changos pa'l monte
En puta i´ pié me escapaba.
ESTRIBILLO
Que lejos que queda ahora
Esa niñez añorada
Quisiera mama me mandes
Que en un cuerito siestiara.
Parece que fuera ahora
Cuando mi mama ordenaba
Que un mandadito le hiciera
Yo a los rezongos rumbeaba.
Si me encontraba a los changos
Que a las bolitas jugaban
La bolsa de los mandados
A un costadito quedaba.
Yo sacaba mi terita
Y si por ai´ yo ganaba
Como nidito i ´boyero
Mi bolsillito quedaba.
ESTRIBILLO
Que lejos que queda ahora
Esa niñez añorada
Quisiera mama me mandes
Que en un cuerito siestiara
Do Tempo da Minha Infância
Minha mãe costumava me dizer
Lembro quando eu era moleque
Você vai tirar uma soneca
Não vai ficar se metendo.
Ela já me mandava
Pra jogar algo no chão
E debaixo do beiral
Eu tirava uma soneca no chão.
Sob o calor da soneca
Tudo ficava em silêncio
E com os moleques pro mato
Na maior correria eu escapava.
REFRÃO
Que longe que fica agora
Essa infância tão sonhada
Queria que, mãe, você me mandasse
Pra eu tirar uma soneca no chão.
Parece que foi agora
Quando minha mãe mandava
Que eu fizesse um favor
Eu só reclamava.
Se eu encontrasse os moleques
Que jogavam bolinha
A sacola das compras
Ficava de lado.
Eu tirava meu troféu
E se eu ganhasse por ali
Como um ninho de passarinho
Meu bolso ficava cheio.
REFRÃO
Que longe que fica agora
Essa infância tão sonhada
Queria que, mãe, você me mandasse
Pra eu tirar uma soneca no chão.
Composição: Nuevo Disco De La Sole