Heavy Metal Bastard Gíslason
Flóðgáttir hugans opnast,
sýnir blæða augun lokuð
og raddir heilar geði rata ei inn
þar sem lögmál holdsins takmarkar ekkert.
Andartak óttans frís í eylífðinni
og myrkrið kveður á um dýpt hugans
er hatur sjálfsins á losta holdsins skóp.
Hvar slitnaði sterngur skylnings?
Unaðssemndir eða kvöl?
Annað ástand sama hlutar,
eins og auðnir reiðinnar
og lindir ástarinnar
eru fæða djöfla og ára
dauðdreyminnar sálar.
Þjáningar holdsins
og hatur sjálfsins
eru hugarástand
sem að lostinn skapar.
Ill er blindan í auga sálar,
því að myrkrið er ekki til.
Bastardo do Heavy Metal Gíslason
As portas da mente se abrem,
são mostradas as lágrimas com os olhos fechados
e as vozes curam a razão, não conseguem entrar
onde as leis do corpo não limitam nada.
O momento do medo se congela na eternidade
e a escuridão fala sobre a profundidade da mente
onde o ódio do eu gerou a luxúria do corpo.
Onde se rompeu a força do entendimento?
Prazer ou tormento?
Outro estado da mesma coisa,
como as areias da raiva
e as fontes do amor
são a comida dos demônios e dos anos
da alma que sonha com a morte.
O sofrimento do corpo
e o ódio do eu
são estados mentais
que a luxúria cria.
É cega a visão da alma,
pois a escuridão não existe.