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meio-dia

Sólstafir

Miðdegi

Eins og dalalæðan
skreið um hlíðarnar
við læddumst hljótt um stræti borganna
Frá óttu fram á miðjan morguninn
hljóðrænt myrkur streymir um mín vit
Á dauðans vængjum svíf
fram á rauða nótt
Á dauðans vængjum svíf
Frá náttmáli uns dagur r´s á ný
með ljós í flösku fram á rauða nótt
við drukkum í okkur fegurðina
Af sárri reynslu, og bitri, vitið vex
Á dauðans vængjum svíf
fram á rauða nótt
Á dauðans vængjum svíf

meio-dia

Como o dólar A fêmea
engatinhava das pistas
læddumst as ruas tranquilas da cidade
Desde o intervalo até o meio da manhã
fluxos verbalmente escuras de meu senso
Nas asas de tração morte
a noite vermelha
Nas asas de tração morte
Da matéria cabeceira até o dia de r novamente
com luz na noite frasco vermelho
que absorveu a beleza
Por experiência triste e amargo, saber cresce
Nas asas de tração morte
a noite vermelha
Nas asas de tração morte

Composição: