Cromlech
Lend me your steel moribund man
For three suns drown a kingdom (of dusk)
And (as lost portents) three moons wane
The soil drank our blood with insatiable thirst
A mute ocean sleeps behind dormant eyes
The warrior (that was I) a shadow in stone
I was the wrath beneath the heavens
In ebon forest, upon oaken throne
I was a liege at the end of light
By alchemiculte, petrified
Circean substratum (a conflux corrupt)
Invictus (I fell to Cthonian touch)
Heinous megalithic ruins yet stand
Carvous flesh reigns in my wake
Sapient, lorn, pariah to all
Three suns would see me still unborn
(Hail, Hail)
Lend me your steel moribund man
For three suns drown my kingdom (of dusk)
And (as lost portents) three moons wane
In righteous forged fury, I'd slake my thirst
Cromeleque
Empreste-me seu aço, homem moribundo
Pois três sóis afogam um reino (de crepúsculo)
E (como presságios perdidos) três luas minguam
A terra bebeu nosso sangue com sede insaciável
Um oceano mudo dorme atrás de olhos dormentes
O guerreiro (que fui eu) uma sombra em pedra
Eu era a ira sob os céus
Na floresta ebonita, sobre o trono de carvalho
Eu era um vassalo no fim da luz
Pela alquimia, petrificado
Substrato circeano (um fluxo corrupto)
Invicto (eu caí ao toque ctônico)
Horrendas ruínas megalíticas ainda permanecem
Carne carcomida reina em meu rastro
Sábio, perdido, pária para todos
Três sóis me veriam ainda não nascido
(Saudações, Saudações)
Empreste-me seu aço, homem moribundo
Pois três sóis afogam meu reino (de crepúsculo)
E (como presságios perdidos) três luas minguam
Na fúria forjada e justa, eu saciaria minha sede