Hammer Of Damnation
Enjewelled the crown, of mirrored deception
Where the serpent lay coiled, upon Babilian tower
In charnel gardens, spawn twelve black orchids
Colder than death, incandescent they shine
Sentinels of stone, speak sweet delirium
Paragons of virtue, with poison tongues
Ossific cathedrals masqued in innocence
Belie wrath arcanum (are we undone)
Downward christus soldier onwards
From your twisted tower (of malice and spite)
The opiate archeus that you feast upon
Our primal lands of winter and night
Damn us all with your mercy and charity
From chaos is found, true shape and form
The inferno of summer may hold us in check
But we will awaken, no longer in thrall
Martelo da Condenação
Coroada de joias, a ilusão refletida
Onde a serpente se enrosca, na torre babilônica
Em jardins de ossos, brotam doze orquídeas negras
Mais frias que a morte, incandescentes elas brilham
Sentinelas de pedra, falam doce delírio
Modelos de virtude, com línguas envenenadas
Catedrais ossificadas disfarçadas de inocência
Escondem a ira arcanum (estamos perdidos)
Soldado cristo, desça em frente
Da sua torre torta (de malícia e desprezo)
O arquétipo opiáceo que você se delicia
Nossas terras primordiais de inverno e noite
Condene-nos todos com sua misericórdia e caridade
Do caos se encontra, verdadeira forma e essência
O inferno do verão pode nos manter em cheque
Mas nós vamos acordar, não mais em cativeiro