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A poeira

Solstice

To Dust

Nothing more for me to see
From the eye that sleeps
Closed within a silent dream
A meal for the worms to eat

No rise into the heavens
No three day resurrection
No pass into purgatory
Nothing! To dust

Complicate the ending
With the dreams of ever-after
Consuming every breath
You breathe the filth of rapture
Poisoned words
Condemn the non-believer
Close my eyes and lay to rest
And let the worms devour

Return to the mother
Remove the weight forever
Wash away the stigma
I don't need it where I'm going
Nail shut the coffin
And drop into the nothing
Decompose
My flesh within the temple
Withering
Nothing here
And nothing to betray
Close my eyes and lay to rest
And let the worms devour

A poeira

Nada mais para eu ver
Do olho que dorme
Fechado dentro de um sonho silencioso
Uma refeição para os vermes comerem

Nenhum aumento nos céus
Não há ressurreição de três dias
Nenhuma passagem ao purgatório
Nada! A poeira

Complicar o final
Com os sonhos de sempre
Consumindo cada respiração
Você respira a sujeira do arrebatamento
Palavras envenenadas
Condenar o não crente
Feche meus olhos e deite para descansar
E deixe os vermes devorarem

Volte para a mãe
Remova o peso para sempre
Lave o estigma
Eu não preciso onde estou indo
Prego fechou o caixão
E cair no nada
Decompor
Minha carne dentro do templo
Murchando
Nada aqui
E nada para trair
Feche meus olhos e deite para descansar
E deixe os vermes devorarem

Composição: