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Futilidade

Soraya

Oropel

No vuelvas a decir jamás, que has triunfado en la vida
Con cosas de fortunas o en cosas del amor
Porque si apuestas una vez y pierdes la partida
Hoy juega la ruleta y en sus vueltas locas ganas Oropel

Si apuestas al amor, cuantas traiciones
Cuantas tristezas, cuantos desengaños
Te quedas cuando el amor se aleja
Como en las noches negras, sin lunas y sin estrellas

Amigo ¿Cuánto tienes?, ¿Cuánto vales?
Principio de la actual filosofía
Amigo no arriesgues la partida
Tomemos este trago, brindemos por la vida
Brindemos por la vida, pues todo es Oropel

Si apuestas al amor, cuantas traiciones
Cuantas tristezas, cuantos desengaños
Te quedas cuando el amor se aleja
Como en las noches negras, sin lunas y sin estrellas

Amigo ¿Cuánto tienes?, ¿Cuánto vales?
Principio de la actual filosofía
Amigo no arriesgues la partida
Tomemos este trago, brindemos por la vida
Brindemos por la vida, pues todo es Oropel

Futilidade

Não diga nunca mais, que você triunfou na vida
Com coisas de fortuna ou em questões de amor
Porque se você aposta uma vez e perde a jogada
Hoje joga na roleta e nas suas voltas malucas ganha Futilidade

Se você aposta no amor, quantas traições
Quantas tristezas, quantos desenganos
Você fica quando o amor se afasta
Como nas noites escuras, sem luas e sem estrelas

Amigo, quanto você tem?, quanto você vale?
Princípio da filosofia atual
Amigo, não arrisque a jogada
Vamos tomar esse trago, brindemos pela vida
Brindemos pela vida, pois tudo é Futilidade

Se você aposta no amor, quantas traições
Quantas tristezas, quantos desenganos
Você fica quando o amor se afasta
Como nas noites escuras, sem luas e sem estrelas

Amigo, quanto você tem?, quanto você vale?
Princípio da filosofia atual
Amigo, não arrisque a jogada
Vamos tomar esse trago, brindemos pela vida
Brindemos pela vida, pois tudo é Futilidade

Composição: Soraya