Ghosts Of Concrete
Virus, crawling through your skin
Replicating sin
And breeds within
Sirens, survivals of the storm
Desert the ocean’s core
And croon their song
And here now I am
A broken piece of man
Of no desire
My home is a dead land
A barren aftermath
Of stone and crow
We are a hollow conclave
Depraved by our own need
Confined in walls of concrete
Ghosts of our own creed
Kneel before thine weathered shrine
Handful of dust is mine
Forlorn empire
Prisoners of our own will
Writhed in cages still
A trophies kill
Gray times of wither
To serve no more
Entrapped in endless motion
Break down the wall
We are a hollow conclave
Depraved by our own need
Confined in walls of concrete
Ghosts of our own creed
Prisoners of our own will
Writhed in cages lifeless still
Our cries trail back to misery
Come clean and lift this veil
Come Crawling
Come Falling
Our cries trail back to misery
Come clean
Break down the wall
Fantasmas De Concreto
Vírus, rastejando pela sua pele
Replicando o pecado
E raças dentro
Sirenes, sobreviventes da tempestade
Deserto do núcleo do oceano
E canta a canção deles
E aqui agora estou
Um pedaço quebrado de homem
Sem desejo
Minha casa é uma terra morta
Um resultado estéril
De pedra e corvo
Nós somos um conclave oco
Depravado por nossa própria necessidade
Confinado em paredes de concreto
Fantasmas do nosso próprio credo
Ajoelhe-se diante do teu santuário intemperizado
Um punhado de pó é meu
Império abandonado
Prisioneiros de nossa própria vontade
Contorcido em gaiolas ainda
Um troféu mata
Tempos cinzentos de murchar
Para não servir mais
Preso em movimento sem fim
Quebre a parede
Nós somos um conclave oco
Depravado por nossa própria necessidade
Confinado em paredes de concreto
Fantasmas do nosso próprio credo
Prisioneiros de nossa própria vontade
Contorcido em gaiolas sem vida ainda
Nossos gritos remetem à miséria
Venha limpo e levante este véu
Venha Rastejando
Vem caindo
Nossos gritos remetem à miséria
Confessar tudo
Quebre a parede