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Medo da Guerra

Sotajumala

Sodan Kauhu

Tuhoon tuomittu maa, tuhoon tuomittu kansa.
On sota jalkeensa jattanyt, lahes kaiken havittanyt.
Ei ruokaa nalkaan, ei suojaa kylmaan.
Ei turvaa, ei toivoa.

Tuhannet tuhotut kodit, tuhannet tapetut ihmiset.
Henkiin jaaneet kaikkensa antaa,
tulevan sukupolven puolesta raataa.

Sodan runtelema maa, sodan runtelema kansa.
Sodan tuhon todistajat, tuomitut, toivottomat.
Parhaansa yrittavat nuo urheat ihmiset,
mutta korjaako valo koskaan epatoivon varjoa?

Tuhannet tapetut, tuhannet raiskatut, tuhannet loukatut, tuhannet
kidutetut.
Kaikkensa yrittaa, kaikkensa antaa, tuhon tuomion jalkia korjaa.

Sodan kestanyt maa, sodan kokenut kansa, silmat kyynelissa seuraavat
tuhoansa.
Parasta toivoen, pahinta odottaen.
Toivoa olematonta?
Kurjuutta loputonta?

Kaikkensa yrittaa, kaikkensa antaa, sodan tuhoisia jalkia korjaa.
Riittaako koskaan loputon tyo? Lankeaako uhreille loputon yo?

Medo da Guerra

Terra condenada à destruição, povo condenado à destruição.
A guerra deixou suas marcas, quase tudo devastado.
Sem comida na mesa, sem abrigo no frio.
Sem segurança, sem esperança.

Milhares de lares destruídos, milhares de pessoas assassinadas.
Os que sobreviveram dão tudo que têm,
trabalhando pela próxima geração.

Terra arrasada pela guerra, povo arrasado pela guerra.
Testemunhas da destruição da guerra, condenados, sem esperança.
Esses valentes tentam o seu melhor,
mas a luz algum dia vai consertar a sombra da desesperança?

Milhares de mortos, milhares de estuprados, milhares de feridos, milhares
de torturados.
Dão tudo que podem, entregam tudo, tentando consertar o juízo da destruição.

Terra que suportou a guerra, povo que viveu a guerra, olhos cheios de lágrimas observam
sua destruição.
Esperando o melhor, temendo o pior.
Esperança inexistente?
Miséria sem fim?

Dão tudo que podem, entregam tudo, tentando consertar os rastros destrutivos da guerra.
Será que o trabalho sem fim algum dia será suficiente? Cairá sobre as vítimas uma noite sem fim?

Composição: