Entrañas
Deseo extirpar de mis entrañas
Quiero que toda la peste la arrojen al río con las pirañas
No aguanto el espanto de esta vida mundana
Se pudrió mi suelo y no hay consuelo pa' el olor que emana
Estoy cansado de tus sueños de hada
Fantaseo una daga clavada en tu cara
Arrancarte esa mirada
Que profesa esperanza
Qué esperanza puede haber si te arrastras por las brasas
Todo roto
Deseo extirpar de mis entrañas
La rabia es mi refugio, las casas están quemadas
Ca' promesa rota con mi fe abandonada
Tu corazón atormenta, es un melodrama
No sabe porque reclama si nunca sintió las llamas
Soy un animal que está de cacería
Tengo mis instintos a mil por una alegría
Las grietas que se expanden, me devoran la cordura
Me está empezando a seducir la tortura
No creo en la libertad, me volví un vagabundo
Soy la tempestad que devora todo el mundo
No busques redención porque ya no queda tiempo
Mi furia, un diluvio, arrasare todos los templos
Ya no te creo nada
Entranhas
Desejo arrancar de minhas entranhas
Quero que toda a peste seja jogada no rio com as piranhas
Não aguento o terror dessa vida mundana
Meu chão apodreceu e não há consolo pro cheiro que emana
Estou cansado dos seus sonhos de fada
Fantaseio com uma faca cravada na sua cara
Arrancar esse olhar
Que professa esperança
Que esperança pode haver se você se arrasta pelas brasas
Tudo quebrado
Desejo arrancar de minhas entranhas
A raiva é meu refúgio, as casas estão queimadas
Cada promessa quebrada com minha fé abandonada
Seu coração atormenta, é um melodrama
Não sabe porque reclama se nunca sentiu as chamas
Sou um animal que está à caça
Tenho meus instintos a mil por uma alegria
As fissuras que se expandem, me devoram a sanidade
A tortura está começando a me seduzir
Não acredito na liberdade, me tornei um vagabundo
Sou a tempestade que devora todo o mundo
Não busque redenção porque já não há tempo
Minha fúria, um dilúvio, arrasarei todos os templos
Já não te creio em nada
Composição: Augusto Carrizo, Santiago Agustín Merlo