Palabras rotas
Donde abrazos rompen en llantos
Encerrándolos en la cuna de tu amor
Las palabras, innecesarias
Cuando no son comprendidas
Donde gozarnos destruye consuelo
Admite sepultar nuestro deseo
Intrusa mi mano, acechando dulzura
Tiento al acto, tomando cintura
Me acerco despacio, quitando espacio
Cada centímetro avanzo besando
Puedo sentir tu voz temblorosa
Dice verdades vergonzosas
Mientras tu brazo subes y me posas
Tu cuerpo baila como cobra
Baila como cobra
Baila como cobra
Ay el sonido que tu lengua tejió
Que me recuerda que lo nuestro murió
Donde abrazos rompen en llantos
Encerrándolos en la cuna de tu amor
Las palabras, innecesarias
Cuando no son comprendidas
Tus dientes son como colmillos, no temen, marcan dominio
Mientras mi espalda sangra, tu ansiedad se calma
Entiendo tu jugueteo, nos duele un poco ser libres
Insinuamos coqueteo a través de recuerdos tristes
Te siento un poco lenta, cansada de mi lengua
Y yo voy tan rápido, tan rápido a tu hechizo
Donde abrazos rompen en llantos
Encerrándolos en la cuna de tu amor
Las palabras, innecesarias
Cuando no son comprendidas
Perdón por tomar la salida fácil
A un problema tan complicado
La angustia caerá por la amargura
De tus labios cercenados
Tal vez me odie por la codicia, esa la esencia, te condena
De lo perdido, tu olor a jazmín es lo que más extraño
Es lo que más extraño
Es lo que más extraño
Palavras Quebradas
Onde abraços se transformam em choros
Envolvendo tudo na cama do seu amor
As palavras, desnecessárias
Quando não são compreendidas
Onde o prazer destrói o consolo
Aceita enterrar nosso desejo
Intrusa minha mão, espreitando a doçura
Tento o ato, pegando na cintura
Me aproximo devagar, tirando o espaço
Cada centímetro avanço te beijando
Posso sentir sua voz trêmula
Diz verdades constrangedoras
Enquanto seu braço sobe e me posiciona
Seu corpo dança como uma cobra
Dança como uma cobra
Dança como uma cobra
Ai, o som que sua língua teceu
Que me lembra que o nosso acabou
Onde abraços se transformam em choros
Envolvendo tudo na cama do seu amor
As palavras, desnecessárias
Quando não são compreendidas
Seus dentes são como presas, não temem, marcam domínio
Enquanto minhas costas sangram, sua ansiedade se acalma
Entendo seu joguinho, dói um pouco ser livre
Insinuamos flerte através de lembranças tristes
Te sinto um pouco lenta, cansada da minha língua
E eu vou tão rápido, tão rápido ao seu feitiço
Onde abraços se transformam em choros
Envolvendo tudo na cama do seu amor
As palavras, desnecessárias
Quando não são compreendidas
Desculpa por escolher a saída fácil
Para um problema tão complicado
A angústia vai cair pela amargura
Dos seus lábios cortados
Talvez me odeie pela ganância, essa é a essência, te condena
Do que foi perdido, seu cheiro de jasmim é o que mais sinto falta
É o que mais sinto falta
É o que mais sinto falta
Composição: Augusto Carrizo / Federico Almara / Santiago Agustín Merlo