Polimorfismo
Visto de cilício, símbolo de luto
Cenizas no chão sussurrando o oculto
Os homens te rezam
Exigem um indulto, enquanto agacham a cabeça
Visto de cilício porque me arrependo
Ferida de suplício, arrastando-me no concreto
Os homens te rezam
Exigem um indulto, enquanto agacham a cabeça
Polimorfismo de carne e engrenagem
Para expiar pecados, me desgarró toda a carne
Polimorfismo de carne e engrenagem
Máquinas de fonemas, me seduce tu lenguaje
¿Qué hago yo en este bar?
De promesas burdas, ahogándome en el mar
Cátedra vazia, resguardada em teu nome
Os santos estão calados e o licor sabe a desordem
Soy un mártir devorado por mi mente
Cargo tu silueta como cruz omnipresente
Ya no hay secreto
Siempre tus restos fueron tratados como objeto
Ya no hay secreto
Fundiste tu cuerpo para crear el ser perfecto
Polimorfismo
Visto de cilício, símbolo de luto
Cinzas no chão sussurrando o oculto
Os homens te rezam
Exigem um perdão, enquanto abaixam a cabeça
Visto de cilício porque me arrependo
Ferida de suplício, arrastando-me no concreto
Os homens te rezam
Exigem um perdão, enquanto abaixam a cabeça
Polimorfismo de carne e engrenagem
Para expiar pecados, me despedaço toda a carne
Polimorfismo de carne e engrenagem
Máquinas de fonemas, me seduz teu jeito de falar
O que eu tô fazendo nesse bar?
De promessas furadas, me afogando no mar
Cátedra vazia, resguardada em teu nome
Os santos estão calados e o licor sabe a desordem
Sou um mártir devorado pela minha mente
Carrego tua silhueta como cruz onipresente
Já não há segredo
Sempre teus restos foram tratados como objeto
Já não há segredo
Fundiste teu corpo para criar o ser perfeito
Composição: Santiago Agustín Merlo, Quinquela