Lucky City Oversight
"last night some little eyes showed me a way.
As soon as we set off
I realized that
I would have finally made myself acquainted
With their secrets buried in time.
When night falls,
New funny shapes are jumping out.
Many little eyes like faint tongues of flame
Are getting closer
And in the magic of the night,
Voices whisper new words.
By now, their language seems to be lost in time,
But i still have a hazy memory
Of their own voice sound.
Once i shyly tried to catch their faces
Through the moon's melancholy beams;
Those little creatures
Whom have lost everything throughout time.
Last night they showed me a way which
I never noticed before.
It's a path hidden among the trees,
Parallel to the way i'm passing through every morn.
It looks nobody knows such a road.
Hence, as soon as we set off,
I realized that
I would have finally made myself acquainted
With their secrets buried in time.
The more i were getting far
From the things i already knew,
The more i were feeling my senses' warmth reborn,
While contamination were clearly dying
Down making
Room for a nearer and firmer pureness.
A disarming scenery
Had been appearing (now) in front of my eyes,
Filling my heart with tears and nostalgia.
That moment i started guessing
That even human beings might born there,
But nobody either knows or remember
What i'm talking about.
Anyway since that night i know
Looking for the land of god
It makes no sense, by now...
And down there, in this unreal town,
Echoes of homesickness come back
So now loneliness covers every face with crying.
But these lost heroes
Are lying down on their memories
Sometime are chained
Like only wonderful dreams can be.
In this last tale echoes of homesickness come back
So now, now loneliness, it covers every face.
But these lost sparks
Are lying down on their memories
Sometime are chained
Like just wonderful dreams can be."kyn
Supervisão da Cidade Sortuda
na noite passada, alguns olhinhos me mostraram um caminho.
Assim que partimos
Percebi que
Finalmente teria me familiarizado
Com os segredos deles enterrados no tempo.
Quando a noite cai,
Novas formas engraçadas pulam pra fora.
Muitos olhinhos como línguas de chama fracas
Estão se aproximando
E na magia da noite,
Vozes sussurram novas palavras.
Agora, a língua deles parece perdida no tempo,
Mas ainda tenho uma memória vaga
Do som da própria voz deles.
Uma vez, timidamente tentei capturar seus rostos
Através dos raios melancólicos da lua;
Aqueles pequenos seres
Que perderam tudo ao longo do tempo.
Na noite passada, eles me mostraram um caminho que
Eu nunca tinha notado antes.
É um caminho escondido entre as árvores,
Paralelo ao caminho que estou passando toda manhã.
Parece que ninguém conhece essa estrada.
Então, assim que partimos,
Percebi que
Finalmente teria me familiarizado
Com os segredos deles enterrados no tempo.
Quanto mais eu me afastava
Das coisas que já conhecia,
Mais eu sentia o calor dos meus sentidos renascer,
Enquanto a contaminação claramente morria
Dando
Espaço para uma pureza mais próxima e firme.
Uma cena desarmante
Estava aparecendo (agora) diante dos meus olhos,
Enchendo meu coração de lágrimas e nostalgia.
Naquele momento, comecei a adivinhar
Que até seres humanos poderiam nascer lá,
Mas ninguém sabe ou se lembra
Do que estou falando.
De qualquer forma, desde aquela noite eu sei
Procurar a terra de Deus
Não faz sentido, agora...
E lá embaixo, nesta cidade irreal,
Ecos de saudade voltam
Então agora a solidão cobre cada rosto com choro.
Mas esses heróis perdidos
Estão deitados em suas memórias
Às vezes estão acorrentados
Como apenas sonhos maravilhosos podem ser.
Nesta última história, ecos de saudade voltam
Então agora, agora a solidão, cobre cada rosto.
Mas essas faíscas perdidas
Estão deitadas em suas memórias
Às vezes estão acorrentadas
Como apenas sonhos maravilhosos podem ser.