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Os Cavaleiros

Spielbann

Die Reiter

Hörst du den lärm so tosend brausend
Entlang dem dunklen horizont
Der brennend hier hernieder fällt
Fern an zerschmettert diese welt

Die staub'ge wolke sich nun lösend
Klarer werdend, dass man sieht
Vier schwarze reiter, vier gebieter
Die siebente schale leert sich wieder

Und die erde bebt und zittert unter harten hufes schlägen
Eritis sicut deus mei et scientes bonum et malum

Vier reiter nahen auf schwarzen rossen
Genug des menschen blut'ge possen
Der krieg, die pest und hungersnot
Es folgt der letzte reiter tod

Und des menschen edle reihen
Winselnd, jammernd voller angst
Verenden bald in tiefster nacht
Am jüngsten tag den gott gemacht

Du armer tor im lumpenkleid
Kannst nicht mehr fliehen vor gottes zorn
Kein ausweg mehr zum sternenkreis
Vom schicksal, das kein glück verheißt

Krieg
Pest
Hunger
Tod

Os Cavaleiros

Ouves o barulho tão estrondoso
Ao longo do horizonte escuro
Que desce ardendo aqui
Lá longe, este mundo se despedaça

A nuvem empoeirada agora se desfaz
Ficando mais clara, dá pra ver
Quatro cavaleiros negros, quatro senhores
A sétima taça se esvazia novamente

E a terra treme e estremece sob os duros cascos
Eritis sicut deus mei et scientes bonum et malum

Quatro cavaleiros se aproximam em cavalos negros
Chega de sangue humano derramado
A guerra, a peste e a fome
Segue o último cavaleiro, a morte

E as nobres fileiras da humanidade
Gemendo, chorando, cheias de medo
Logo perecerão na mais profunda noite
No dia do juízo, que Deus fez

Ó pobre tolo em trapos
Não pode mais fugir da ira de Deus
Sem saída para o círculo das estrelas
Do destino que não promete felicidade

Guerra
Peste
Fome
Morte

Composição: