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O Último Sobrevivente

Stefano Piro

L'unico Superstite

Ora che tutto il mondo e' camposanto
Guardo il mio desiderio tutto nero
Ora che tutto intorno e' distruzione
Vedo il mio desiderio farsi vero
Ora che d'ogni fiamma resta il fumo
Sono Dio e ora voglio un'ovazione
Ma poi resta solo cenere e silenzio
Qui non c'e' piu' nessuno per odiare
Qui non c'e' piu' nessuno che si possa dare a me
Ora che vedo i corvi e sento freddo

Vedo il mio desiderio farsi fumo
Perche' resta solo cenere e silenzio
Qui non c'e' piu' nessuno per le scuse
Qui non c'e' piu' nessuno che mi possa amare
Non c'e' piu' neanche un'anima da odiare
Non ho piu' neanche l'anima da poter vendere

Non sei niente se sei tutto per nessuno
Non sei niente se sei tutto per nessuno
Non sei niente se sei tutto per nessuno...
E ora resta solo polvere e nessuno...

O Último Sobrevivente

Agora que o mundo todo é um cemitério
Vejo meu desejo todo escuro
Agora que tudo ao redor é destruição
Vejo meu desejo se tornando real
Agora que de cada chama só resta fumaça
Sou Deus e agora quero uma ovada
Mas depois só sobra cinzas e silêncio
Aqui não há mais ninguém para odiar
Aqui não há mais ninguém que possa se dar a mim
Agora que vejo os corvos e sinto frio

Vejo meu desejo se transformando em fumaça
Porque só restam cinzas e silêncio
Aqui não há mais ninguém para pedir desculpas
Aqui não há mais ninguém que possa me amar
Não há mais nem uma alma para odiar
Não tenho mais nem alma para poder vender

Você não é nada se é tudo para ninguém
Você não é nada se é tudo para ninguém
Você não é nada se é tudo para ninguém...
E agora só resta poeira e ninguém...

Composição: