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Duda

Stravaganzza

Duda

Siempre hundido en la oscuridad,
Dudas y prometes que no sufrirás.
El dolor de no saberlo es
Una aguja undida en tu suave piel.

Te enloquece el no poder creer
En un Dios que crea todo lo que ves.
No concibes donde está el final
Del sendero que te guía una vez más.

El sonido de tu propia fe
Calla y muere como un atardecer.
Con cansancio intentas explicar
La existencia, conocer si eres o estás.

Sin desprecio niegas la razón,
Es la víctima del monstruo que creó.
No ves la luz que pueda iluminar,
Es la muerte la que quita o la que da.

Solo hallas en la solución,
Asumir el frío de tu corazón.
Nunca volverás a olvidar,
Que en la oscruidad hundido estarás.

Duda

Sempre afundado na escuridão,
Dúvidas e promessas de que não vai sofrer.
A dor de não saber é
Uma agulha cravada na sua pele suave.

Te enlouquece não poder acreditar
Em um Deus que cria tudo que você vê.
Você não consegue entender onde está o fim
Do caminho que te guia mais uma vez.

O som da sua própria fé
Cala e morre como um pôr do sol.
Com cansaço você tenta explicar
A existência, saber se você é ou está.

Sem desprezo, nega a razão,
É a vítima do monstro que criou.
Você não vê a luz que possa iluminar,
É a morte que tira ou que dá.

Só encontra na solução,
Assumir o frio do seu coração.
Nunca vai conseguir esquecer,
Que na escuridão você sempre estará.

Composição: