Hotel Sulla A3
Ricomincio così
Da una camera di un vecchio hotel sulla a3
Dentro un letto
Che grida ancora di noi
Che ora piange di noi
Pioggia sporca
Che poggia
Su vetri di
Finestrini appannati
Che sembran
Firmati da mani che
Da troppe notti si
Intrecciano, cercandosi
Si prendono, chiedendoci...
Perchè l'ultima notte fa sempre più male
Perchè quando perdi una cosa ti accorgi che vale, e ti lasci affogare, prima di
Ricominciare ancora
Ricomincio così
Da una camera di un vecchio hotel sulla a3
Dentro un'alba che
Sbatte contro i miei occhi
Che non piangon più
Vecchia strada
Che strana mi guarda e poi
Lascia immagini, lascia frammenti di giorni proibiti, passioni bruciate
Vissute, cercandoci, concluse, chiedendoci
Perchè l'ultima notte fa sempre più male
Perchè quando perdi una cosa ti accorgi che vale, e ti lasci affogare, prima di
Ricominciare ancora
Hotel na A3
Começo assim
De um quarto de um velho hotel na A3
Dentro de uma cama
Que ainda grita por nós
Que agora chora por nós
Chuva suja
Que cai
Sobre vidros de
Janelas embaçadas
Que parecem
Assinadas por mãos que
De muitas noites se
Entrelaçam, se procurando
Se pegam, se perguntando...
Por que a última noite sempre dói mais
Por que quando você perde algo percebe que vale, e se deixa afogar, antes de
Começar de novo
Começo assim
De um quarto de um velho hotel na A3
Dentro de uma aurora que
Bate contra meus olhos
Que não choram mais
Velha estrada
Que estranha me observa e depois
Deixa imagens, deixa fragmentos de dias proibidos, paixões queimadas
Vividas, se procurando, concluídas, se perguntando
Por que a última noite sempre dói mais
Por que quando você perde algo percebe que vale, e se deixa afogar, antes de
Começar de novo