Skulptura
How manna slowly pours out of one's chest
So I in clockwise motion stir myself
Arms of groundlesness clutching my abidance
Now I seek consolation in manure of resentment
I waiver awkwardly
Postulating state
Staring rapidly
Constitution limpathically receding
Tamping on stones of omission
My halo encircled by repugnant worms
Their mammoth craniums throbbing
My nerves domiciliated mercury
Armatures of furtility indurated
Constitution limpathically receding
Tamping on stones of omission
Vast expanse of naught
Establish all
Grim sculpture of mortality
Vivifying malady son of mother compunction
Constitution limphatically receding
Tamping on stones of omission
Broken mind thriving backwards
Therein where demise consumes life
Again
Skulptura
Como o maná sai lentamente do peito
Então eu no movimento horário me agito
Braços do groundleness segurando minha permanência
Agora busco consolo no estrume do ressentimento
Eu renuncio desajeitadamente
Postulando estado
Olhando rapidamente
Constituição recuando limpicamente
Derrubando pedras de omissão
Meu halo cercado por vermes repugnantes
Seus gigantescos crânios pulsando
Meus nervos mercúrio domiciliado
Armaduras de fértilidade endurecidas
Constituição recuando limpicamente
Derrubando pedras de omissão
Vasta extensão de nada
Estabelecer tudo
Escultura sinistra de mortalidade
Vivifying malady filho de mãe compunção
Constituição limfocamente retrocedendo
Derrubando pedras de omissão
Mente quebrada que prospera para trás
Onde a morte consome a vida
Novamente