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Na Quietude

Subway To Sally

In Der Stille

Jetzt ist es still, du liegst bei mir
und nichts muss ich dir sagen.
Wir kreisen um denselben Stern,
von Schwerkraft fort getragen.

Jetzt ist es still, du liegst bei mir,
nur einen Wimpernschlag weit fort
und doch so unerreichbar fern
für jede Geste, jedes Wort.

Du kennst den Schmerz in meinem Bauch,
die Fäden, die sich um mich ziehn,
sind zu verwirrt um zu entfliehn,
doch meine Sehnsucht kennst du auch.

Jetzt ist es still, du liegst bei mir
ein dunkler Mond zieht seine Bahn,
Gedanken scharf wie Krallen
fallen mich wie Wölfe an.

Du kennst den Schmerz in meinem Bauch,
die Fäden, die sich um mich ziehn,
sind zu verwirrt um zu entfliehn,
doch meine Sehnsucht kennst du auch.

Meine Arme breiten sich
um dich aus wie Flammen.
In die Sonne stürzen wir,
aus der wir beide stammen.
Deine Arme halten mich,
ach, wir werden Licht im Licht.
In die Sonne stürzen wir,
aus der wir beide stammen.

Na Quietude

Agora está tudo em silêncio, você está aqui comigo
E nada eu preciso te dizer.
Nós orbitamos a mesma estrela,
Carregados para longe da gravidade.

Agora está tudo em silêncio, você está aqui comigo,
Apenas um piscar de olhos de distância
E ainda assim tão inacessivelmente longe
Para cada gesto, cada palavra.

Você conhece a dor no meu estômago,
Os fios que se enroscam em mim,
Estão tão confusos que não conseguem escapar,
Mas você também conhece meu desejo.

Agora está tudo em silêncio, você está aqui comigo,
Uma lua escura traça seu caminho,
Pensamentos afiados como garras
Me atacam como lobos.

Você conhece a dor no meu estômago,
Os fios que se enroscam em mim,
Estão tão confusos que não conseguem escapar,
Mas você também conhece meu desejo.

Meus braços se abrem
Ao seu redor como chamas.
Nós caímos no sol,
De onde ambos viemos.
Seus braços me seguram,
Ah, nós seremos luz na luz.
Nós caímos no sol,
De onde ambos viemos.

Composição: Ingo Hampf