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Poesia Sem Recitar

Suciopata

Poesía Sin Recitar

Te sigo escribiendo poesía que no vas a leer
Mi cama te sigue extrañando también mi piel
Ojos color a miel te sigo echando de menos
Ya dos inviernos yo aún espero tu regreso

El aroma de tu pelo lo he buscado en otros cuerpos
Pero no hay nada más, por más que busco no encuentro
Y es que quisiera dejar de querer tenerte
Pero mi orgullo no me deja aparentemente

Me perdí en lo profundo de tus ojos
Y hasta ahorita no logro encontrarme, busco algún cerrojo
Salidas de emergencia, destepo castigo
Maldita depresión me está comiendo vivo

Ni siquiera yo sé, pero hasta ahorita aquí sigo
No sé si no sé quererte o no sabes estar conmigo
Es tan difícil quedarse o el quererme
Inventa alguna excusa, algún pretexto para verme

Para poder perderme nuevamente en tu mirada
Es que el no tenerte a ti claramente es tener nada
A pesar de todo el daño si vuelves te quiero el doble
A pesar de tus acciones aún espero tu llegada

Ah aún espero tu llegada
A pesar de tus acciones aún espero tu llegada
Tanto daño del pasado
Que si vuelves al presente tu mal ya no me hace nada

(No es que muera de amor, muero de ti, amor, de, de amor de ti)
(De urgencia mía de mi piel de ti de mi alma de ti y de mi boca)
(Y de lo insoportable que yo soy sin ti)
(Muero de ti y de mí, muero de ambos)
(De nosotros de ese desgarrado partido)
(Me muero te muero, nos morimos)

Poesia Sem Recitar

Continuo escrevendo poesia que você não vai ler
Minha cama ainda sente sua falta, minha pele também
Olhos cor de mel, sinto sua falta demais
Já são dois invernos e eu ainda espero seu retorno

O cheiro do seu cabelo eu procurei em outros corpos
Mas não tem nada igual, por mais que busque não encontro
E é que eu queria parar de querer te ter
Mas meu orgulho não me deixa, aparentemente

Me perdi na profundidade dos seus olhos
E até agora não consigo me encontrar, busco alguma chave
Saídas de emergência, desespero é castigo
Maldita depressão tá me comendo vivo

Nem eu sei, mas até agora aqui estou
Não sei se não sei te amar ou você não sabe estar comigo
É tão difícil ficar ou querer me ter
Inventa alguma desculpa, algum pretexto pra me ver

Pra eu poder me perder de novo no seu olhar
É que não ter você claramente é não ter nada
Apesar de todo o dano, se você voltar eu quero o dobro
Apesar das suas ações, ainda espero sua chegada

Ah, ainda espero sua chegada
Apesar das suas ações, ainda espero sua chegada
Tanto dano do passado
Que se você voltar pro presente, seu mal já não me faz nada

(Não é que eu morra de amor, eu morro de você, amor, de, de amor de você)
(De urgência minha, da minha pele, de você, da minha alma, de você e da minha boca)
(E do quão insuportável eu sou sem você)
(Morro de você e de mim, morro de nós)
(De nós dois, desse partido desgarrado)
(Me morro, te morro, nos morremos)

Composição: Carlos Sifuentes