Havoc
Woe... when fear is our bridle
Lost in the claws of decay
Oh , Tomorrow's a grinning skull
That leads our way
Sweet oblivion rocks us
In a cradle of darkness
Reel to the first tune
In the crescendo of death
Each delight becomes a jeering guilt
Our mohters viscera sticks bleedin' in our throat
So we grunt and we belch without any dread
Prelude the eventide of the tellural breed
Just like a desease
Our race increase
Just like a noctural dream
We'll fade away one day
Oh father tell me why
The last flower died in my hands
For castles in the air
They burned down the ground
And a hand full of dust
For my life
Hark! To our mothers scolding
Discord is the harvest of greed
Trust no pray into the emptiness
Still havoc feasts ... on mankind
Devastação
Ai... quando o medo é nosso freio
Perdidos nas garras da decadência
Oh, o amanhã é um crânio sorridente
Que nos guia pelo caminho
Doce esquecimento nos embala
Em um berço de escuridão
Rodopiamos na primeira melodia
No crescendo da morte
Cada prazer se torna uma culpa zombeteira
As vísceras de nossas mães grudam sangrando na garganta
Então resmungamos e arrotamos sem medo algum
Prelúdio do crepúsculo da raça telúrica
Assim como uma doença
Nossa raça cresce
Assim como um sonho noturno
Um dia vamos desaparecer
Oh pai, me diga por que
A última flor morreu em minhas mãos
Por castelos no ar
Eles queimaram o chão
E uma mão cheia de poeira
Pela minha vida
Escutem! O sermão de nossas mães
A discórdia é a colheita da ganância
Não confie em orações no vazio
Ainda assim, a devastação se alimenta... da humanidade