Where Black Ships Sail
Swallowed by the ocean's tide
Salty is the taste of death
Drawn down by the undertow
Into depths unseen before
In undead slumber with eyes open wide
Blasphemous iconoclasm to behold
As madness erupts in drowning cries
Sinking into that moisty grave below
Chaos! Visions plague the dying mind
Ancient temples on the bottom of the sea
Shunned and mystified by humankind
Where he dwells in breathless sleep
Blurred and obscured is the sight
Asphyxiation, snapping of bones
Ruins rise as madness unfolds
Nameless shapes, rising tides
Seeing their temples and towers rise
Unveiled from their deep sea disguise
Behold their temples and towers rise
Vanity is lost, dead are his eyes
Swallowed by ocean's tide
Water drowns the final breath
Further down the water's swirl
Drawn into and endless abyss
Onde os navios negros navegam
Engolido pela maré do oceano
Salgado é o sabor da morte
Desenhado pela ressaca
Em profundidades invisíveis antes
No sono dos mortos-vivos com os olhos bem abertos
Iconoclasmo blasfemo de contemplar
Como a loucura irrompe em gritos de afogamento
Afundando naquela sepultura úmida abaixo
Caos! Visões atormentam a mente agonizante
Templos antigos no fundo do mar
Evitado e mistificado pela humanidade
Onde ele mora no sono sem fôlego
Turva e obscurecida é a visão
Asfixia, ressalto de ossos
Ruínas sobem à medida que a loucura se desdobra
Formas sem nome, marés crescentes
Vendo seus templos e torres subirem
Desvelado do seu disfarce do mar profundo
Eis que seus templos e torres se erguem
Vaidade está perdida, mortos são os olhos dele
Engolido pela maré do oceano
A água afoga o suspiro final
Mais abaixo no redemoinho da água
Desenhado e abismo sem fim