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A Época da Quietude

Summoner

The Epoch Of Stillness

Gurgling state of time a spite of spinner's fate
No falling rain from clumsy sky
The river lies in dry weather
Lust is growing in a lunar land while sun is turning

The evidence of eternal wait intensifies faintness
In the reign of false compliance in epoch of stillness

A gloomy stage takes all the steps
Of people frightened from what they avoid
In the dreaminess of their dreamless day
Everyone dredges up his mud
A rose thorn is springing blooded tears
In the reflection of morning dawn
The beauty ragged now is dying

Scared to death we are damned as into a stalemate making us
Scarecrow into the emptiness ghosts in shadow's lives

The epidemic of equal needs quickly writes the epitaph
The nemesis of indifference enthroned queen of everything
The epicentre in negligence is pacifying everyone's heart

Melancholy the only one beach
While in the memory the pieces are lost
The plot of what is really gives
A sense of void in misery
Becoming clear the hypocrisy
Of nature of personality
What it is left is the epoch of stillness

Gurgling state of time stiffened is our time
While as a pallid stone the sun is dying
The wind blows strong enjoys the ride
Of ashes dance dust in your eyes

A Época da Quietude

Estado borbulhante do tempo, um desprezo pelo destino do fiandeiro
Sem chuva caindo do céu desajeitado
O rio jaz em tempo seco
A luxúria cresce em uma terra lunar enquanto o sol se transforma

A evidência da espera eterna intensifica a fraqueza
No reinado da falsa conformidade na época da quietude

Um palco sombrio toma todos os passos
De pessoas apavoradas com o que evitam
Na sonolência do seu dia sem sonhos
Todo mundo desenterra sua lama
Um espinho de rosa brota lágrimas ensanguentadas
Na reflexão do amanhecer
A beleza desgastada agora está morrendo

Apavorados até a morte, estamos condenados a um impasse que nos faz
Espantalho na solidão, fantasmas nas vidas das sombras

A epidemia das necessidades iguais rapidamente escreve o epitáfio
A nemese da indiferença entroniza a rainha de tudo
O epicentro na negligência acalma o coração de todos

Melancolia, a única praia
Enquanto na memória os pedaços estão perdidos
A trama do que realmente existe
Dá um sentido de vazio na miséria
Tornando-se claro a hipocrisia
Da natureza da personalidade
O que resta é a época da quietude

Estado borbulhante do tempo endurecido é o nosso tempo
Enquanto como uma pedra pálida o sol está morrendo
O vento sopra forte, aproveita a viagem
Das cinzas dançam poeira nos seus olhos

Composição: