Tranquilo
Tranquilo
Y si hay algún problema dilo
Que huelo el truco
Huelo el miedo
Que huelo el humo y sé que hay fuego
Yo juego mi juego
Vuelo mi vuelo
Sigo mi sendero
Busco mi dinero
Sé lo que me hago
Hago lo que puedo
Pero sé cuando debo pagar lo que debo
Suelo tener los pies en el suelo
Aunque suelo acabar tarde
Debería dejar de buscar consuelo en el ron con hielo y empezar a cuidarme
Pero dejarme que bese el cielo
Dejarme hacérmelo como yo lo quiero
Dejarme ponerlo a punto de caramelo
Déjame que beba Eva de tu veneno
¿Por qué no?
Hay cosas que no se pueden estudiar
Cosas que nadie va a venir a contarte
Sólo unos meses para aprender a andar
Toda una vida para aprender a pararte
Hay cosas que no vienen en el manual
Cosas que nadie va a venir a explicarte
Sólo unos meses para aprender a hablar
Toda una vida para aprender a callarte.
Bueno, a veces voy deprisa, freno
A veces voy despacio y piso
Me guiso mi guiso y me sale bueno
Quieres pero no puedes
Vuelves pero ya es tarde
Deberías dejar de buscarle tres patas a este perro y aprender a callarte
Porque tenga o no tenga
Venga o vaya, haya o no haya
Encontraré una botella
Montaré alguna bulla
Venceré la batalla
Salvaré a la doncella más bella y me enrollaré con ella
Y dejaré mi huella
Protegeré a mi peña
Pasaré la pantalla
Y es que todavía nadie me ha enseñado a perder.
Hay cosas que no se pueden estudiar
Cosas que nadie va a venir a contarte
Sólo unos meses para aprender a andar
Toda una vida para aprender a pararte
Hay cosas que no vienen en el manual
Cosas que nadie va a venir a explicarte
Sólo unos meses para aprender a hablar
Toda una vida para aprender a callarte.
que yo vengo de Ascao
La gentuza de la bodega sigue hoy a mi lao
Si algún día me muero no quiero ser enterrao
Si algún día me muero yo quiero ser disecao
Y que me planten en la plaza de Callao
Y con mi maca y con mi litrito de Mahou
Y a mi rollito y con mi colocao
Mejor solito que mal acompañao
No vaya a ser que en el paraíso no vendan Mahou
Tranquilo
Tranquilo
E se tiver algum problema, fala
Que eu sinto o truque
Sinto o medo
Que eu sinto a fumaça e sei que tem fogo
Eu jogo meu jogo
Voo meu voo
Sigo meu caminho
Busco minha grana
Sei o que faço
Faço o que posso
Mas sei quando devo pagar o que devo
Costumo ter os pés no chão
Embora eu acabe tarde
Deveria parar de buscar consolo no rum com gelo e começar a me cuidar
Mas deixa eu beijar o céu
Deixa eu fazer do meu jeito
Deixa eu deixar tudo no ponto
Deixa eu beber, Eva, do seu veneno
Por que não?
Tem coisas que não dá pra estudar
Coisas que ninguém vai vir te contar
Só uns meses pra aprender a andar
Uma vida inteira pra aprender a se segurar
Tem coisas que não vêm no manual
Coisas que ninguém vai vir te explicar
Só uns meses pra aprender a falar
Uma vida inteira pra aprender a se calar.
Bom, às vezes vou rápido, freio
Às vezes vou devagar e piso
Faço meu prato e sai bom
Você quer, mas não consegue
Você volta, mas já é tarde
Deveria parar de procurar pelo em ovo e aprender a se calar
Porque tenha ou não tenha
Vindo ou indo, haja ou não haja
Vou encontrar uma garrafa
Vou fazer alguma bagunça
Vou vencer a batalha
Vou salvar a donzela mais linda e vou me enrolar com ela
E deixarei minha marca
Proteger minha galera
Vou passar pela tela
E é que até agora ninguém me ensinou a perder.
Tem coisas que não dá pra estudar
Coisas que ninguém vai vir te contar
Só uns meses pra aprender a andar
Uma vida inteira pra aprender a se segurar
Tem coisas que não vêm no manual
Coisas que ninguém vai vir te explicar
Só uns meses pra aprender a falar
Uma vida inteira pra aprender a se calar.
Que eu venho de Ascao
A galera da bodega ainda tá do meu lado
Se algum dia eu morrer, não quero ser enterrado
Se algum dia eu morrer, quero ser dissecado
E que me plantem na praça de Callao
E com minha maca e meu litrão de Mahou
E com meu rolê e meu estado
Melhor sozinho do que mal acompanhado
Não vá saber se no paraíso vendem Mahou.