Absurd Humanism (Gore Prose)
Absolute reality smudged
In unconsummated pieces just
Extracted casing block
With the faecal sauce of rectum
Rotting chesty sanctuary
Perforated with fresh abscess
Falling down on corpses of exhumed
Clones of birth givers of absurdity
We are cultivating defective embryos
Fed on powder
Made of the meat and bones
Left to cannibalise the fruits
Of humanity afterwards
We are making up
The image of equality
We are activating
The spiral of mutation
We are tearing out
The arteries of harmony
We are planting
In the scheme of absurd humanism
Humanismo Absurdo (Prosa Gore)
Realidade absoluta borrada
Em pedaços não consumados apenas
Extrato de bloco de casca
Com o molho fecal do reto
Santuário podre e cheio de peito
Perfurado com abscesso fresco
Caindo sobre os corpos de exumados
Clones dos geradores de absurdidade
Estamos cultivando embriões defeituosos
Alimentados com pó
Feito da carne e ossos
Deixados para canibalizar os frutos
Da humanidade depois
Estamos criando
A imagem da igualdade
Estamos ativando
A espiral da mutação
Estamos arrancando
As artérias da harmonia
Estamos plantando
No esquema do humanismo absurdo