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Inconscientemente

Sylvan

Uncounciously

Why does it change like an endless cycle where passion
turns to request for an unconscious aggression
Hesitate to follow an inner compulsion
Fertilise weed to feed furious violence

Once silence eased my pain, now it tears me apart
And a melody comes back I used to know by heart
How to jugde a man whose sincere intentions
Are supposed to die?

Poisonous force deep in me drowning me unconsciously

Anxienty rouses apathy, paralysed by a well known crime
and emotions once called sympathy have left their bloody sign
I take a look at my hands and feel ashamed
Disgusted glance in the mirror and I cry in vain

Poisonous force deep in me drowning me unconsciously

Tears – a dried up source confessed
Blue sea of failing hopes - oh no
I can’t endure deceitfulness - no more
Now I hear it, deserted cries and loneliness again
Tell me how to leave this way – I can’t

Behind the mist lies a memory
A flickering fire still remains
It could not avert their agony
And all the suffering I left behind
But can it still heat up the cold?
Never again - I approached too far
I know. Who can forgive me?

There’s a voice appealing once more
Melodies that I’ve heard before
Can’t resist those bewitching whores…

A thousand sounds in my head they’re promising
so much deriding values and dreams
And hope and trust and I feel in me
The power destroy just to destroy
Unrestrained emotions and joy
Miserable memories… damn

Poisonous force deep in me drowning me unconsciously

Inconscientemente

Por que muda como um ciclo sem fim onde a paixão
se transforma em um pedido por uma agressão inconsciente
Hesito em seguir uma compulsão interna
Fertilizando ervas daninhas para alimentar a violência furiosa

Uma vez o silêncio aliviou minha dor, agora me despedaça
E uma melodia volta que eu costumava saber de cor
Como julgar um homem cujas intenções sinceras
Devem morrer?

Força venenosa dentro de mim me afogando inconscientemente

A ansiedade desperta a apatia, paralisada por um crime bem conhecido
e emoções que antes chamávamos de simpatia deixaram sua marca sangrenta
Olho para minhas mãos e sinto vergonha
Um olhar de nojo no espelho e choro em vão

Força venenosa dentro de mim me afogando inconscientemente

Lágrimas - uma fonte seca confessada
Mar azul de esperanças falidas - oh não
Não consigo suportar a falsidade - chega
Agora ouço, gritos desertos e solidão novamente
Diga-me como sair desse jeito - não consigo

Atrás da névoa está uma memória
Uma chama tremulante ainda permanece
Não pôde evitar sua agonia
E todo o sofrimento que deixei para trás
Mas ainda pode aquecer o frio?
Nunca mais - me aproximei demais
Eu sei. Quem pode me perdoar?

Há uma voz chamando mais uma vez
Melodias que já ouvi antes
Não consigo resistir a essas prostitutas encantadoras...

Mil sons na minha cabeça prometendo
tanto valores e sonhos zombeteiros
E esperança e confiança e sinto em mim
O poder de destruir só para destruir
Emoções desenfreadas e alegria
Memórias miseráveis... droga

Força venenosa dentro de mim me afogando inconscientemente

Composição: